sábado, 5 de maio de 2012

"Evangelismo e testemunho pessoal" - Lição 05 Escola Sabatina Jovens Leitura


Evangelismo e testemunho pessoal


Casa Publicadora Brasileira – Lição dos jovens 622012



“‘Vocês são Minhas testemunhas’, declara o Senhor, ‘e Meu servo, a quem escolhi’” (Is 43:10).

Prévia da semana: Testemunho pessoal é um convite para que outras pessoas tenham uma exata percepção da diferença que Deus faz em nossa vida.

Leitura adicional: Lucas 8:4-15; João 1:35-50; Mensagens aos Jovens, p. 197, 198; Morris Venden, Como Tornar Real o Cristianismo, p. 71-86

Domingo, 6 de maio
cpb - introdução

Testemunha cheia do Espírito Santo


Você já segurou a respiração até quase desmaiar? É interessante observar como o corpo trava as lutas quanto ao que você tenta fazer. Em algum momento, haverá uma liberação e você vai inspirar oxigênio fresco. Em termos espirituais, estamos cheios do Espírito Santo de Deus. Os verdadeiros seguidores cheios do Espírito de Cristo respiram Suas ordens, amor, fé e esperança, e não podem evitar repartir com os outros sua recém-encontrada vida.

Jesus chama cada crente pelo nome e sabe exatamente como ele servirá em Seu reino. É um tipo bonito de troca. Ele nos convida a nos comprometermos em fidelidade a Ele, então nos unge em Seu amor e enche-nos com Seu Espírito. Por Sua vez, o Espírito Santo equipa cada crente com as ferramentas necessárias para repartir o amor de Deus. O processo de equipar é um dos mais miraculosos na experiência cristã. Quem dera todos pudéssemos passar mais tempo com a Palavra de Deus e em oração para que Ele pudesse nos revelar Seus dons e refiná-los em nossa vida!

Você e eu podemos ser testemunhas diárias para Cristo. Quando temos uma conexão com Ele, não podemos evitar ser transformados em pensamento e ações (Rm 12:2). O amor dEle começa a fluir de nós para os outros. Somos chamados a começar essa obra com os mais achegados a nós – cônjuge, filhos, família, vizinhos, amigos e colegas. A medida do sucesso evangelístico são as vidas restauradas e nova esperança e poder encontrados em Jesus.

C. S. Lewis disse: “A salvação de uma única pessoa é mais importante que a produção e preservação de todos os épicos e dramas no mundo.”* Não podemos ter ideia do peso da responsabilidade que repartimos com Cristo na missão de salvar pessoas. As Escrituras afirmam que “a eles foi revelado que estavam ministrando, não para si próprios, mas para vocês, quando falaram das coisas que agora lhes foram anunciadas por meio daqueles que lhes pregaram o evangelho pelo Espírito Santo enviado do Céu; coisas que até os anjos anseiam observar” (1Pe 1:12; grifo nosso).

Não permitamos que o conhecimento da graça de Deus seja desperdiçado por causa de nosso medo, culpa ou preguiça. Nesta semana, convido-o a considerar como você pode se tornar equipado pelo Espírito Santo.

* C. S. Lewis, “Christianity and Literature”, Christian Reflections (Eerdmans, Grand Rapids, Mich.:1995), p. 10.

Mãos à Bíblia

Nosso relacionamento pessoal com Jesus influenciará diretamente o sucesso de nosso testemunho em Seu favor. Quanto mais intensa for nossa conexão com Jesus, mais poder teremos ao testemunhar.

1. Que relacionamento tinham Pedro e João com Jesus e o que essa conexão os capacitou a realizar? O que significa o fato de que os membros do Sinédrio “reconheceram que eles haviam estado com Jesus”? Como deve ser a pessoa que tem “estado com Jesus”? At 4:13, 14


Jean-Pierre Martinez – Sidnei, Austrália

Segunda, 7 de maio
cpb - evidência

Sérios candidatos


João Batista tinha um grupo de discípulos que o seguiam e aprendiam seus ensinos. Eram provavelmente homens jovens, talvez mesmo adolescentes. Eles o chamavam “rabi” como sinal de respeito e afeição. Havia níveis diferentes de discipulado. Alguns discípulos eram mais parecidos com fãs de esporte que aparecem toda vez que o time joga em casa. Eles vinham ouvir seu professor falar quando Ele estava na área e doavam comida e dinheiro para a causa. Mulheres eram aceitas como esse tipo de discípulo. Outros discípulos eram mais semelhantes a aprendizes profissionais que estudavam com o professor, esperando que eles mesmos se tornassem professores.

Um discípulo sério escolheria um rabi e perguntaria: “Posso segui-lo?” Esse pedido jamais foi registrado no caso dos doze discípulos. Ao contrário, Jesus os escolheu. Numa ocasião em que um homem se aproximou de Jesus e pediu permissão para segui-Lo, Jesus o desencorajou dizendo: “As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde repousar a cabeça.”

Os discípulos mencionados em João 1 pareciam estar buscando algo sério, como evidenciado pelo anúncio triunfante de André ao seu irmão. Messias significa “o ungido”. No tempo do Antigo Testamento, esse título poderia ser aplicado a qualquer rei ou sacerdote, mas por essa época, os judeus usavam essa expressão para se referir a um rei que viria. Subjugados como estavam ao domínio romano, começaram a pensar que esse rei seria um líder militar que expulsaria os romanos e seus bajuladores que “molhavam a mão”; esse rei introduziria uma era dourada para Israel.

Quando Filipe disse “achamos Aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei”, ele provavelmente estava se referindo a Deuteronômio 18:15, onde Moisés diz: “O Senhor, o seu Deus, levantará do meio de seus próprios irmãos um Profeta como eu; ouçam-nO”.

Esses discípulos estavam olhando em direção à promessa profética de um Salvador vindouro. Rapidamente, eles se juntaram àqueles que repartiam essa esperança. Se hoje, ansiosamente, focalizarmos o olhar na vinda de Jesus, nos conectaremos com pessoas que serão receptivas à nossa mensagem e estarão prontas a conosco anteciparem o segundo advento.

Mãos à Bíblia

Aqueles com quem interagimos pessoalmente em vários níveis de intimidade são, na realidade, nosso campo missionário pessoal. A partir de nossas relações familiares mais íntimas, podemos avançar na direção de outros parentes, amigos e conhecidos.

2. Antes de falar com qualquer pessoa sobre o Messias que havia encontrado, com quem André falou? Por quê? Jo 1:37-42

3. Como as relações interpessoais podem encaminhar pessoas para Jesus? De que forma Filipe respondeu ao ceticismo de Natanael? Que lições podemos tirar dessa história? Jo 1:43-50


Kim Peckham – Sharpsburg, Maryland, EUA

Terça, 8 de maio
cpb - exposição

O poder da conexão


Palavra de boca em boca (Jo 1:35-50). William Bernbach, o publicitário que apresentou a América ao Fusca Volkswagen, criou anúncios vencedores premiados que apareceram em revistas e na televisão. Contudo, na opinião dele, “a palavra de boca em boca é o melhor meio de todos”.

A palavra transmitida de boca em boca tem sido essencial ao testemunho desde que os primeiros seguidores foram atraídos a Cristo. Certo dia, João Batista apontou para um homem na multidão e disse: “Vejam! Ele é o Cordeiro de Deus!” Imediatamente, dois dos discípulos de João começaram a seguir Jesus. Pode parecer rude terem abandonado seu professor. Contudo, de certa maneira, eles o honraram ao levarem a sério sua afirmação profética. Eles queriam saber mais.

Tempo juntos (Jo 1:38, 39). Como discípulos promissores, era de se esperar que João e André perguntassem: “Podemos segui-Lo?” Contudo, nenhum deles disse coisa alguma. Foi Jesus quem quebrou o silêncio ao perguntar: “O que vocês querem?” João e André responderam com uma pergunta: “Onde Você está hospedado?” Eles queriam falar com Ele demoradamente. Queriam estar juntos. “Venham e vejam”, disse Jesus.

É difícil testemunhar a alguém sem convidá-lo para vir à nossa casa – ou sem passar tempo na casa dele. Conversas que acontecem numa atmosfera calorosa e casual constroem relacionamentos. Muitos novos crentes descobriram que foi o relacionamento com um cristão que os ajudou a formar um relacionamento de salvação com Jesus.

Às vezes, desejamos poder arrebanhar as pessoas na igreja como gado no curral, sem tocá-las pessoalmente. Podemos dizer: “Aqui está uma folha com passagens que oferecem evidências. Nos vemos no próximo sábado.” Contudo, geralmente, precisamos investir de nós mesmos para aqueles a quem desejamos alcançar. É exigido nosso tempo e, às vezes, nosso dinheiro para criar uma conexão com aqueles que estão no mundo. Seria ridículo enviar a mensagem: “Deus ama você, mas, francamente, eu preferia não vê-lo além dos sábados pela manhã.”

Conforme as pessoas aprendem a confiar em nós, passam a crer no que temos a dizer sobre nosso cristianismo. Pode ser que leve muito tempo para isso acontecer. Estudiosos bíblicos acreditam que André e João “saíram” com Jesus por cerca de um ano e meio antes de responderem ao convite dEle para se juntarem aos discípulos dos quais falamos hoje.*

Conquistando maneiras (1Pe 3:1-15). Pedro declarou às mulheres casadas com descrentes que a “conduta honesta e respeitosa” delas conquistará o marido sem palavras. Isso não significa, necessariamente, que nosso estilo adventista levará as pessoas a vir correndo. Ninguém diz: “Ei, você não come porco? Deixe-me juntar-­me à sua religião.” Pedro está falando àqueles que têm relacionamento próximo com descrentes. São familiares que nos conhecem melhor do que ninguém. Eles serão capazes de enxergar se realmente temos o Espírito de Jesus dentro de nós e se isso é algo que eles querem para si mesmos.

Pulando o argumento (Jo 1:35-50; 1Pe 3:15). Filipe tinha boas notícias para Natanael. “Achamos Aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei”, ele disse. Natanael não estava bem certo. Tinha dúvidas acerca de qualquer pessoa que viesse de Nazaré. Em lugar de ficar discutindo, Filipe simplesmente disse: “Venha e veja.”

A abordagem de Filipe ao testemunho não envolveu discussão. Ele apenas fez uma introdução; e então Jesus deu evidência de Sua messianidade para Natanael de maneira tão poderosa que o homem passou de sarcástico a crente em questão de segundos.

Se discutimos com outros sobre nossa fé, passamos a exercer o papel de advogados – e não um advogado que esteja do lado deles. Existem muito bons argumentos para o cristianismo. Porém, realmente achamos que podemos forçar as pessoas para dentro do tanque batismal pela força da lógica? Pedro diz que devemos dar a razão da nossa esperança, mas precisamos fazer isso com delicadeza. O poder convincente do Espírito Santo pode fazer muito mais do que jamais poderemos. Nosso trabalho não é “vender” Jesus, mas atuar de tal maneira que Jesus “venda” a Si mesmo. Algumas vezes isso é tão simples como se oferecer para orar com um amigo sobre um problema que ele esteja enfrentando. Orar pela ajuda de Cristo abre uma oportunidade para que Ele mostre Seu poder e Seu amor.

A longo prazo (Jo 4:38). André e João, o evangelista, estavam buscando o Messias e imediatamente O seguiram. Podemos encontrar pessoas que estejam buscando uma experiência espiritual mais profunda. Outros professores ou talvez as circunstâncias da vida podem tê-las preparado para vir diretamente para nossa igreja e ocupar um assento. No contexto de “pescadores de homens”, esses são os peixes que pularam da água para dentro do barco. Como Jesus disse, “Eu os enviei para colher o que vocês não cultivaram”.

Mas podemos esperar que o ato de testemunhar geralmente seja um longo processo que exige muita paciência e tempo – frequentemente, mais paciência e tempo do que estamos desejosos de sacrificar sem que Deus coloque amor pelas pessoas em nosso coração. Amor é o que forma conexões entre nós e as pessoas que precisam de Jesus, assim como é o amor que nos une ao coração de Deus.

*The SDA Bible Commentary, v. 5, p. 910.

Mãos à Bíblia

A Bíblia nos revela que Deus não está, necessariamente, procurando os mais qualificados para realizar Sua obra evangelística. Ele está em busca dos que estão dispostos a ser usados, sejam quais forem seus dons e talentos. Devemos examinar frequentemente nosso coração para avaliar nossa realidade espiritual. Por isso, é preciso pedir a Deus que nos examine e mostre nossa verdadeira condição. Ela definirá o potencial de nosso testemunho.

4. Por que Davi pediu que Deus sondasse seu coração? Que lições podemos tirar desse texto, não apenas para nosso testemunho, mas para nossa vida atual? Que conforto, esperança e encorajamento Deus tem para você? Ao mesmo tempo, o que esse salmo diz sobre as mudanças que você precisa fazer em sua maneira de viver? Sl 139


Lori Peckham – Sharpsburg, Maryland, EUA

Quarta, 9 de maio
cpb - testemunho

Você: boca de anjo?


“Existem muitos que gastarão e se deixarão gastar para ganhar pessoas para Cristo. Em obediência à grande comissão, eles irão adiante para trabalhar pelo Mestre. Sob o ministério de anjos, homens comuns serão movidos pelo Espírito de Deus para admoestar as pessoas nas estradas e atalhos. Homens humildes, que não confiam em seus dons, mas que trabalham em simplicidade, confiando sempre em Deus, compartilham na alegria do Salvador enquanto suas orações perseverantes trazem pessoas para a cruz” (Ellen G. White, The Remnant Church: Its Organization, Authority, Unity, and Triumph, p. 36).

“Fui muito impressionada pelas cenas que recentemente passaram diante de mim durante a noite. Parecia haver um grande movimento – uma obra de reavivamento – avançando em muitos lugares. Nosso povo estava colocando-se em fila, respondendo ao chamado de Deus. Meus irmãos, o Senhor está falando conosco. Não ouviremos Sua voz? Não prepararemos nossas lâmpadas, e agiremos como homens que esperam a vinda do seu Senhor? Este é o tempo que requer luzes brilhando, que requer ação” (Ibidem, p. 43).

“Todos aqueles que se unem ao ministério são a mão ajudadora de Deus. Não existe uma profissão em que seja possível para a juventude receber maior benefício. Eles são cotrabalhadores com os anjos; particularmente, eles são agências humanas através das quais os anjos executam sua missão. Os anjos falam através de suas vozes, e trabalham por suas mãos. E os trabalhadores humanos, cooperando com as agências celestiais, têm o benefício de sua educação e experiência” (Ibidem, p. 44).

“Nunca houve um tempo em que o homem foi tão responsável para com Deus como o é na hora presente. Nunca houve um tempo em que a posição do ser humano foi tão crítica como o é agora. Todas as coisas na natureza e no mundo em geral são cobradas com intenso fervor. Satanás, em co­operação com seus anjos e com os homens maus, aplicará todo o esforço para ganhar a vitória, e parecerá alcançar sucesso. Mas nesse conflito, verdade e justiça triunfarão. Aqueles que creram na mentira serão destruídos; os dias da apostasia terminarão” (Ibidem, p. 50).

Mãos à Bíblia

Alguém alegar que ama a Deus e agir como se não O amasse é hipocrisia. O pior testemunho que pode ser dado se revela quando há desacordo entre profissão de fé e ação.

5. De que modo o cristão tem potencial para levar os incrédulos a Cristo? De que forma somos orientados a viver? Que poder acompanharia nosso testemunho se vivêssemos assim? De que maneira o relacionamento com Cristo influencia nosso testemunho? 1Pe 3:1-15; Mt 5:16


Nina Atcheson – Margate, Queensland, Austrália

Quinta, 10 de maio
cpb - aplicação

Acenda a luz


No fim de semana passado, acendi as luzes do meu quarto, mas algumas delas não funcionaram. Inspecionei a caixa de fusíveis duas vezes, mas tudo parecia normal. O problema não foi resolvido até que contratei um eletricista. Aparentemente, uma tomada em particular havia corroído com o passar do tempo e a corrente não podia fazer a conexão necessária.

Testemunhos bem-sucedidos de cristãos requerem pelo menos duas coisas: (1) algo para testemunhar ou sobre o que falar e (2) a habilidade de se conectar com a(s) pessoa(s) a quem se quer testemunhar. João define testemunho ao declarar que “o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam – isto proclamamos a respeito da Palavra da vida” (1Jo 1:1). Apesar de não termos fisicamente ouvido, visto nem tocado Jesus, falar aos outros sobre nossa experiência com Ele “pela fé” pode ter um efeito positivo.

Podemos contar como Sua voz doce e suave tem nos encorajado e confortado. Podemos contar como O temos “visto” realizar milagres em nossa vida. Podemos admitir que O “tocamos” indo até Ele em oração e descobrindo que Ele também pode ser tocado por “compadecer-Se das nossas fraquezas” (Hb 4:15). Obviamente e sem dúvida, se não tivemos nenhuma dessas experiências com Jesus, não temos coisa alguma sobre o que testemunhar!

Ter uma experiência com Jesus é o fundamento para o evangelismo pessoal bem-­sucedido. Mas tão essencial quanto isso, contudo, é fazer a conexão com alguém que precisa do testemunho. A corrente elétrica acenderá uma lâmpada se houver a conexão. Sem conexão, não existe luz. Para um testemunho eficaz, é necessário que o Espírito Santo faça a conexão entre a testemunha e a pessoa que está recebendo o testemunho.

O Espírito Santo remove qualquer coisa que possa atrapalhar o recebimento do testemunho. O Espírito Santo dá as palavras certas a ser proferidas. Ele cria a melhor oportunidade e uma mente aberta. Uma boa testemunha também usa palavras para o coração do ouvinte. Para ser uma força dinâmica para o bem, é imperativo que a testemunha cristã esteja submetida ao Espírito Santo. Oração diária, estudo da Bíblia e submissão criam uma ligação maravilhosa entre o humano e o divino! Como resultado dessa união, fluem rios de água viva (Jo 8:38), trazendo vida e luz a todo aquele que entra em conexão com o testemunho.

Mãos à Bíblia

Visto que a igreja é constituída por todos os membros, o esforço de cada um contribui para o evangelismo global da igreja. Você sabe quais são as estratégias de sua igreja para levar as pessoas a Jesus?

6. Que encorajamento encontramos no fato de que, na obra de evangelismo, uma pessoa semeia e outra colhe os frutos? O que significa isso? Essa verdade já se cumpriu em sua experiência? Jo 4:37, 38


J. Philip Williams – Huntsville, Alabama, EUA

Sexta, 11 de maio
cpb - opinião

“Achamos o Messias”


Quando eu tinha 16 anos, fui para a Índia numa viagem missionária. Essa experiência mudou minha vida. Por quatro semanas, trabalhei num orfanato/internato em Tamil Nadu. Uma das minhas tarefas era ajudar os estudantes a desenvolver suas habilidades no inglês. Todos os dias eu ensinava inglês básico para os novos estudantes e conversava em inglês com os alunos mais antigos.

Outra de minhas tarefas – e, por sinal, minha favorita – era compartilhar o amor de Jesus com as garotas que viviam nos dormitórios. Muitas delas eram órfãs, portanto, não compreendiam totalmente o amor incondicional de um pai. Durante nossos estudos bíblicos noturnos, tentei apresentá-las a Jesus, aquele que poderia mudar a vida delas, retirar delas a dor e conceder um amor que muitas delas jamais haviam conhecido em relacionamentos humanos.

Muitas pessoas sentem que o evangelismo envolve viajar para longe de casa a fim de encontrar pessoas que jamais conheceram Jesus. Sim, Jesus tem pedido a cada um e a todos que falem ao mundo sobre Ele. Contudo, existem muitas pessoas – provavelmente em seu círculo de amigos – que não O conhecem.

Conhecer Jesus é diferente de conhecer sobre Ele. Conhecê-Lo é diferente de meramente aparecer na igreja a cada sábado, ler sua Bíblia, ou comer comidas saudáveis. Conhecê-Lo resulta de um desejo ardente e profundo de se tornar um com Ele – de partilhar Seu sofrimento, Sua missão e, abençoadamente, Sua graça. Mesmo em nossa igreja existem pessoas que não O conhecem porque elas estão emaranhadas em todas as “coisas” possíveis que podem ficar no caminho e impedem de se ter um verdadeiro relacionamento com Ele.

Você pode ser chamado para viajar a países distantes a fim de testemunhar àqueles que não conhecem Jesus, mas sempre será chamado a testemunhar para sua família, amigos e colegas de trabalho. Esse tipo de trabalho missionário pode ser difícil. Ele pode desafiá-lo a sair de sua zona de conforto. Contudo, ao fim do dia, o que pode ser mais gratificante, mais bonito do que ouvi-los dizer: “Encontramos o Messias!”?

Mãos à obra

1. Sente-se num parque movimentado e tente descobrir o tipo de trabalho que os transeuntes fazem e se confiaria neles o suficiente para fazer esse trabalho para você. Todos os humanos constantemente enviam mensagem às pessoas ao redor delas. Que mensagens não verbais você está enviando para aqueles a quem está testemunhando? Como sua resposta o ajuda a ser uma testemunha melhor?
2. Estude o Salmo 23 e relacione maneiras nas quais a mensagem desse Salmo seja relevante para você pessoalmente. Então, em um ambiente confortável, compartilhe a essência de suas descobertas com um amigo não cristão.
3. Prepare uma refeição para cinco pessoas cujas necessidades dietéticas você desconhece. O que faria para se assegurar de que todos tenham uma refeição satisfatória? Em que sentido preparar e servir uma refeição se assemelha ao testemunho eficaz?


Allison Sauceda – Centerville, Ohio, EUA

"Evangelismo Pessoal e Testemunho" - Lição 6 Escola Sabatina de 05 a 12 de maio


Lição 6
5 a 12 de maio



Evangelismo pessoal e testemunho


Casa Publicadora Brasileira – Lição 622012



Sábado à tarde
Ano Bíblico: 1Cr 13–16

VERSO PARA MEMORIZAR: “‘Vocês são Minhas testemunhas’, declara o Senhor, ‘e Meu servo, a quem escolhi’” (Is 43:10, NVI).

Leituras da semana: At 4:13, 14; Jo 1:37-50; Sl 139; 1Pe 3:1-15; Jo 4:37, 38

Pensamento-chave: Os que têm a alegria da certeza da salvação desejarão levar outros a experimentar o mesmo.

Embora muitas pessoas ouçam a boa notícia acerca de Jesus através das atividades evangelísticas e testemunho corporativode uma igreja, a influência individual contribui significativamente para o sucesso do programa evangelístico da igreja. Nas últimas décadas, pesquisas têm mostrado que amigos, parentes, vizinhos ou conhecidos (todos sob o poder do Espírito Santo), foram os fatores mais influentes para levar pessoas a entregar o coração a Cristo. Um estudo mostrou que até 83% dos novos membros pesquisados declararam que os amigos, parentes e conhecidos, que eram membros da igreja, tiveram influência significativa na conversão deles. Entre os que participaram de alguma forma de reuniões evangelísticas públicas antes de assumir um compromisso com a igreja, 64% foram convidados por alguém de seu círculo de pessoas próximas.

Nesta semana, consideraremos alguns exemplos bíblicos de redes de relacionamentos sociais, nossa conexão com Jesus e influência pessoal sobre as pessoas próximas a nós.

Domingo
Ano Bíblico: 1Cr 17–20

Meu Deus e eu


Nosso relacionamento pessoal com Jesus influenciará diretamente o sucesso do nosso testemunho em Seu favor. É muito fácil aprender algumas fórmulas de testemunho e evangelismo e tentar promover o trabalho em nossa suposta sabedoria e força. Ainda que Deus possa abençoar nossos esforços, devemos sempre nos lembrar de que a Obra é dEle, e só podemos realizá-la por meio de Seu poder. Queremos apenas transmitir conhecimento (por mais importante que seja o conhecimento), ou desejamos incentivar um relacionamento espiritual vital? E como podemos transmitir aos outros o que não temos por nós mesmos?

Claro, sempre há exemplos de pessoas que, por mais fracas na fé, por mais perto que estejam de vacilar à beira da apostasia e desânimo, ainda são usadas por Deus para levar outros a Jesus. Alguns anos atrás, em uma grande cidade, uma jovem senhora, tendo se filiado à Igreja Adventista do Sétimo Dia, trabalhava incansavelmente para alcançar seu irmão. Anos depois, o irmão foi batizado. Um mês depois, sua irmã abandonou a fé e até hoje continua desprezando a fé. Embora casos como esse aconteçam, o fato é que, quanto mais forte for nossa conexão com Jesus, mais poderosas testemunhas seremos.

1. Que relacionamento Pedro e João tinham com Jesus e o que essa conexão os capacitou a realizar? O que significa o fato de que os membros do Sinédrio “reconheceram que eles haviam estado com Jesus”? Como deve ser a pessoa que tem “estado com Jesus”? At 4:13, 14

A lição é bastante clara. Quando pensamos em nosso campo missionário pessoal, quando avaliamos a maturidade do grão e a necessidade urgente de trabalhadores, precisamos permitir que o Senhor nos atraia para um relacionamento íntimo e poderoso com Ele, uma relação que nos dará o poder que, de outra forma, não teríamos.

Como é sua relação pessoal com o Senhor? Como sua simples presença, sua fala, seus atos, sua maneira de tratar as pessoas, revelam seu relacionamento com Deus? Seja tão honesto com você mesmo quanto possível, ainda que isso seja doloroso.

Segunda
Ano Bíblico: 1Cr 21–24


Meu campo missionário pessoal


Quando Jesus olhou para as multidões, Ele Se compadeceu delas (Mt 9:36). Às vezes podemos pensar que Jesus viu simplesmente a multidão, mas, na realidade, Ele viu cada indivíduo que compunha a multidão. Da mesma forma, devemos perceber os indivíduos nas multidões entre as quais andamos e convivemos. Nossa igreja pode ter consciência dos indivíduos no meio da multidão unicamente quando interagimos individualmente com os que estão em nossa esfera de influência.

Aqueles com quem interagimos pessoalmente em vários níveis de intimidade são, na realidade, nosso campo missionário pessoal. A partir de nossas relações familiares mais íntimas podemos avançar na direção de outros parentes, amigos e conhecidos. Ocasionalmente, outros podem entrar e sair rapidamente da nossa esfera de influência e, por um breve tempo, se tornar parte de nosso campo missionário pessoal.

2. Antes de falar com qualquer pessoa sobre o Messias que havia encontrado, com quem André falou? Por quê? Jo 1:37-42

André havia sido um discípulo de João Batista, e como o ministério de João devia preparar o caminho para Jesus, é compreensível que alguns discípulos de João passassem a seguir Jesus. André ficou tão entusiasmado depois da conversa com Jesus que procurou imediatamente a pessoa mais próxima a ele – o irmão com quem havia passado longas noites de pesca na Galileia.

3. Como as relações interpessoais podem encaminhar pessoas para Jesus? De que forma Filipe respondeu ao ceticismo de Natanael? Que lições podemos tirar dessa história para entender como funciona o testemunho pessoal? Jo 1:43-50

O primeiro movimento para seguir Jesus parece ter ganho impulso através de redes de relacionamentos sociais nas regiões de Cafarnaum e Betsaida. Note que Filipe não argumentou quando Natanael duvidou de que o Messias viria de uma pequena e insignificante aldeia rural. Ele apenas apresentou um simples convite: “Venha e veja”.

Você pode fazer um pouco mais no testemunho aos seus vizinhos? Quanta abnegação será necessária de sua parte para que você seja uma testemunha melhor?

Terça
Ano Bíblico: 1Cr 25–27


Meu potencial pessoal


Quando nossos líderes de ministério pessoal chamam voluntários para que se envolvam no testemunho e evangelismo, muitas vezes pensamos que várias pessoas estão mais qualificadas e têm mais talentos do que nós. Outros parecem mais confiantes e capazes. No entanto, a Bíblia nos revela que Deus não está necessariamente procurando os mais qualificados, e sim, os que estão dispostos a ser usados, sejam quais forem seus dons e talentos. Um bom exemplo disso foi o chamado de Deus a Moisés para libertar Seu povo da escravidão egípcia. Moisés podia ver muitas razões pelas quais outra pessoa poderia estar mais qualificada para fazer o que Deus havia planejado (Êx 3:11; 4:10). Moisés pensava que tinha boas razões para não fazer o que o Senhor lhe havia pedido.

Em resposta ao chamado à ação evangelística, muitos cristãos modernos ecoam algumas das preocupações de Moisés: “Quem sou eu para ser considerado para essa tarefa?”; “E se as pessoas me fizerem algumas perguntas difíceis?”; “Eu não sou um orador suficientemente bom.”

Podemos sorrir de Moisés, porque ele pensava que Deus precisava reconsiderar Sua estratégia de recrutamento de pessoal, mas Deus conhecia o potencial de Moisés e, apesar de seus temores e preocupações pessoais, ele era a pessoa certa para essa tarefa especial.

O chamado de Deus para Moisés liderar o povo nos convence de que Ele nos conhece infinitamente melhor do que nós mesmos. Deus não focaliza nosso desempenho passado, mas nosso potencial pessoal. Cada cristão tem um potencial tremendo para contribuir com a obra do Senhor.

Por outro lado, devemos nos resguardar para não correr de modo presunçoso à frente do Senhor. Embora seja verdade que devemos examinar frequentemente nosso coração para avaliar onde estamos espiritualmente, precisamos também entender que o coração humano pode ser tendencioso com a autoavaliação. Por isso, é bom pedir que Deus nos examine e mostre nossa verdadeira condição, porque ela influencia nosso potencial.

4. Por que Davi pediu que Deus sondasse seu coração? Que lições aprendemos com esse texto, para nosso testemunho e também para nossa vida? Que conforto, esperança e encorajamento Deus tem para nós? Além disso, o que o Salmo 139diz sobre as mudanças que precisamos fazer na nossa maneira de viver?
Quarta
Ano Bíblico: 1Cr 28, 29


O testemunho de uma vida justa


As ações realmente falam mais alto que palavras? Sim, isso ocorre em grande medida. Por isso, é verdade que, embora uma mensagem possa ser dada por meio de ações sem palavras, mensagem igualmente forte pode ser dada através de palavras sem ações. Mas a mensagem se torna muito mais poderosa quando integra ações e palavras. Alguém alegar que ama a Deus e agir como se não O amasse é hipocrisia, o pior testemunho que pode ser dado quando não há acordo entre profissão e ação.

Coerência fala alto. Embora sua família e amigos possam não estar ouvindo o que você diz, eles o observam para ver se suas palavras estão em harmonia com o que você faz e com sua maneira de viver.

5. O cristão tem potencial para levar os incrédulos a Cristo? De que forma somos orientados a viver? Que poder acompanharia nosso testemunho se vivêssemos assim? De que modo o relacionamento com Cristo afeta nosso testemunho? 1Pe 3:1-15; Mt 5:16

Podemos imaginar o conflito que poderia surgir quando uma mulher pagã aceitasse Jesus como seu Salvador enquanto o marido permanecesse no paganismo. Sua responsabilidade pela salvação dele poderia levá-la a apresentar um espírito crítico e irritante, na medida em que o considerasse parte de seu campo missionário pessoal. Por outro lado, como Pedro sugere, ela poderia ser fiel a Deus, esperar e orar para que sua vida piedosa ganhasse o marido descrente para o Mestre. Em outras palavras, ela poderia permitir que as ações de sua vida diária fossem um testemunho constante e poderoso.

Quando deixamos que a luz de Deus brilhe em nós, reunimos todas as possibilidades de ajudar a conduzir os perdidos para o reino. Os que nos rodeiam não devem apenas ouvir boas palavras, mas devem também ver boas obras, porque assim eles verão o poder de Deus operando através de nós, e o Espírito os levará a reconhecer a realidade e o benefício da presença de Deus na vida. As pessoas devem ser convencidas de que o cristianismo não é apenas um título que reivindicamos, mas também um relacionamento que desfrutamos e que nos capacita. Usar exemplos é um importante método de ensino e, querendo ou não, os cristãos são exemplos. Testemunhamos mais pelo que fazemos e pelo que somos do que por aquilo que dizemos ou professamos crer. Se esse é um pensamento assustador, há razões para isso, não é mesmo?

Quinta
Ano Bíblico: 2Cr 1–4


Contribuição parcial para o programa total


Nesta semana consideramos nosso campo missionário pessoal e nosso potencial para testemunho e evangelismo. Também é importante compreender a verdade de que, visto que a igreja é constituída por todos os membros, o esforço de cada um contribui para o evangelismo global da igreja. Você sabe quais são as estratégias que sua igreja utiliza para levar as pessoas a Jesus? Você é capaz de convidar pessoas de seu campo missionário pessoal para participar de programas e atividades da igreja? Por outro lado, os líderes de evangelismo de sua igreja sabem o que você está fazendo em seu campo missionário pessoal? Eles podem apoiá-lo através da oração e com recursos específicos.

6. Que encorajamento encontramos no fato de que, na obra de evangelismo, uma pessoa semeia e outra colhe os frutos? O que significa isso? Essa verdade já se cumpriu em sua experiência? Jo 4:37, 38

É muito provável que nessa ocasião Jesus estivesse se referindo à semente do evangelho plantada por Ele mesmo, por João Batista, e pela mulher samaritana. Os discípulos estavam colhendo onde outros tinham semeado, e de fato havia chegado o tempo em que semeadores e ceifeiros se alegravam juntos.

Quando Jesus disse que “Um semeia, e outro colhe” (NVI), Ele não estava dizendo que individualmente somos apenas semeadores ou ceifeiros. Embora nossas igrejas provavelmente tenham enfatizado mais os ceifeiros, é verdade que, se não houvesse semeadores, os ceifeiros esperariam em vão pela colheita. Todos nós somos chamados a semear e a colher, e no cenário de toda igreja local, há muitas combinações das atividades de semeadura e colheita. Pode ser que aquilo que semeamos no campo missionário seja colhido em um processo corporativo de colheita da igreja. Também pode ser que a semente que outros semearam seja colhida por nós quando algumas pessoas entrarem em nosso campo missionário pessoal.

Ao considerarmos como cada indivíduo contribui para o todo (1Co 12:12-27), a agricultura nos lembra de que, mesmo antes que a semente seja semeada, alguém limpou o solo e lavrou a terra.

Evidentemente, semeadura e colheita são partes de um processo que continua depois que a pessoa se uniu ao corpo da igreja. A colheita não deve ser deixada no campo, mas ajuntada no celeiro.

Como você pode se envolver mais no processo de semeadura e colheita em sua igreja? Existem benefícios para sua própria fé quando você trabalha em favor da salvação dos outros?

Sexta
Ano Bíblico: 2Cr 5–7

Estudo adicional


Ainda que não neguemos a importância do conhecimento bíblico e dos procedimentos comprovados de testemunho e evangelismo, devemos ter cuidado para não negligenciar a ênfase na preparação espiritual. O ingrediente essencial para o crescimento espiritual é o Espírito Santo, e, para experimentar o poder do Espírito Santo, devemos permitir que Ele entre em nossa vida.

Quando os cristãos começam a servir seu Deus, se tornam mais conscientes das necessidades espirituais pessoais. Quando solicitam e recebem a presença do Espírito Santo, em plenitude, são capacitados para um ministério contínuo.

A chave é uma entrega constante de nossa vontade a Deus, a disposição diária de morrer para o eu, a contemplação contínua da graça de Cristo e a lembrança incessante do que recebemos em Cristo e do que Ele nos pede em resposta a esse dom.

Perguntas para reflexão
1. Ellen G. White escreveu esta declaração desafiadora: “Nosso êxito não dependerá tanto do saber e realizações, como da habilidade em chegar ao coração das pessoas” (Obreiros Evangélicos, p. 193). Que ponto importante ela está apresentando? Quantas vezes vemos pessoas rejeitando a poderosa e convincente evidência de nossa mensagem? Muitas vezes a doutrina, não importando se ela é bíblica, lógica, edificante e sensata, não terá impacto sobre a pessoa com o coração fechado. Como chegar ao coração? Neste contexto, quanto mais importante é viver o que professamos, em vez de apenas falar sobre o que acreditamos?
2. Pense na seguinte declaração: “Os últimos raios da luz misericordiosa, a última mensagem de graça a ser dada ao mundo, é uma revelação do caráter do amor divino. Os filhos de Deus devem manifestar Sua glória. Revelarão em sua vida e caráter o que a graça de Deus por eles tem feito” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 415, 416). Como podemos “manifestar Sua glória” em nossa prática diária? Quantas vezes nas últimas 24 horas você manifestou a glória de Deus em sua vida? Que tipo de testemunho de sua fé seu estilo de vida revela? Como sua igreja pode “manifestar a glória do Senhor”?

Respostas sugestivas: 1. A amizade com Jesus transformou sua vida; realizaram milagres; suas obras eram um sinal de que eles haviam estado com Jesus. 2. Com seu irmão Pedro; por causa dos laços afetivos que poderiam levar seu irmão a ouvir e aceitar Jesus. 3. Jesus chamou Filipe, que era da cidade de André; Filipe chamou Natanael, que duvidou, mas se encontrou com Jesus e passou a crer. 4. Queria conhecer os próprios erros; precisamos ser avaliados, para descobrir o que atrapalha nosso testemunho; Deus quer nos guiar. 5. Sim; devemos ser honestos, mansos e amorosos; isso converteria a muitos; ter Cristo como Senhor nos prepara para testemunhar. 6. Deus usa outras pessoas para completar nosso trabalho; Deus nos usa para completar o trabalho dos outros, tudo para Sua glória.