sábado, 16 de junho de 2012

Lição 12 "Testemunho e Evangelismo de Sucesso" - Leitura Jovens ( 16 a 22 de Junho)



Lição 12                                         16 a 22 de junho


Testemunho e evangelismo de sucesso






“Como brinco de ouro e enfeite de ouro fino é a repreensão dada com sabedoria a quem se dispõe a ouvir” (Pv 25:12).

Prévia da semana: Nosso trabalho para Deus necessita ser avaliado à luz dos requerimentos dEle, conforme ecoados nas três mensagens angélicas para estes últimos dias da história terrestre.

Leitura adicional: Isaías 58; Tiago 2:14-17; O Desejado de Todas as Nações, capítulo 70; Beneficência Social, capítulo 3; HelpOthers [www.helpothers.org]

Domingo, 17 de junho
cpb - introdução
Os caminhos de Deus não são os nossos

Parada na beirada do parapeito de um trilho, ela olhou a vida profundamente nos olhos. Se desistisse, não precisaria mais sentir a rejeição e a dor que caracterizaram tantos dos seus dias. Estava prestes a fazê-lo, quando sentiu mãos fortes puxando-a de volta à segurança. 
Naquela noite, dois jovens estavam retornando de uma reunião na igreja. Ao percorrerem seu caminho sobre da ponte, notaram um par de sapatos na beira da estrada. Com um mau pressentimento, correram em direção a eles, chegando no momento certo. Naquela noite, esses dois homens tiveram a chance de viver sua missão cristã. Eles não somente salvaram a garota, mas foram capazes de plantar uma semente no coração dela – uma semente do amor de Cristo e Seu desejo de dar vida em abundância. Ao partirem, os homens não sabiam o que aconteceria àquela garota, mas oraram para que Deus conduzisse a vida dela.

Alguns anos depois, enquanto participava numa reunião da igreja, uma mulher se aproximou de um dos homens. Após se cumprimentarem, ela lembrou a história daquela noite. Contou como, depois de eles terem partido, ela começou a procurar o Jesus de quem eles tinham lhe falado, e como Deus colocou pessoas em sua vida que a conduziram para a igreja que prega o evangelho do amor.

Essa história ilustra lições sobre testemunhar e evangelizar. Mostra que cada um de nós precisa estar pronto para compartilhar o evangelho. Quando Jesus voltar, Ele não vai perguntar: “O que sua igreja fez por Mim?” Em lugar disso, Ele perguntará: “O que você fez por Mim?” (Mt 25:31-46). Deus pode usar circunstâncias e pessoas diferentes para alcançar aqueles que não ouviram o evangelho, portanto, deveríamos ser cuidadosos quando julgamos se é eficaz um método específico de evangelismo e testemunho.

Hoje em dia, as pessoas dizem que os métodos tradicionais de evangelismo e testemunho não mais funcionam. Como sabemos? Como podemos realmente medir o sucesso do testemunho e do evangelismo? É pela quantia de dinheiro que investimos nessas atividades? É pelo número de pessoas que comparecem? É pelo número de pessoas que pedem estudos bíblicos mais aprofundados? Ou é pelo número de batismos?

A lição desta semana explora o que Deus tem a dizer sobre medir o sucesso do testemunho e do evangelismo. Ao estudá-­la, abra o coração à direção divina para que Deus possa lhe mostrar como você pode se tornar Seu instrumento evangelístico.

Mãos à Bíblia

1. Qual é a importância da avaliação? Que tipos de avaliação existem na igreja? 1Tm 3:1-13; 1Co 11:28; 2Co 13:5, 6

Quando a Palavra de Deus estabelece um padrão, exige ou prescreve ações específicas, ou apresenta uma ordem, nossas respostas são abertas à avaliação. O fato de que Paulo designou certas qualificações para diáconos e anciãos mostra que algum tipo de avaliação devia ocorrer para verificar a aptidão para essas funções e também para avaliar a eficácia nesse ministério.

2. Qual é a resposta de sua igreja à missão dada por Jesus? Que aspectos da missão devem orientar essa avaliação? Mt 28:19, 20


Aleksandra Marek – Sidnei, Austrália

Segunda, 18 de junho
cpb - evidência
O ingrediente essencial

Existe melhor exemplo de evangelismo em ação do que o da igreja primitiva? A lição deste trimestre com frequência tem nos convidado a refletir sobre o livro de Atos, porque ele descreve o crescimento exponencial da igreja naquele tempo. Crentes eram diariamente “acrescidos ao número deles”, algumas vezes aos milhares (At 2:41, 47; 4:4), e apesar da incerteza e perseguição, a igreja operava como uma grande família. Os membros dividiam posses, companheirismo e, apaixonadamente, compartilhavam sua fé (At 2:42-47; 4:32-34).

Que ingrediente tornou o ministério deles tão poderoso? Lucas revela que foi o Espírito Santo. Ativo no coração e mente das pessoas, Ele guiou a propagação da Palavra em toda a região. Ele era parte da administração da igreja, pois ela cresceu em complexidade e tamanho (At 6:1-7;
 15:8). Ele também guiou os apóstolos ao pregar e realizar milagres (At 2:4, 17-21).

Hoje, a Igreja Adventista do Sétimo Dia participa em muitos tipos de evangelismo. Por meio de suas instituições mundiais e eventos da igreja local, há evidência de que o Espírito Santo está ativo em trazer pessoas a Cristo. E podemos coletar dados, criar estatísticas e avaliar se esses programas e nossos esforços estão sendo eficazes. Mas, para ser verdadeiramente responsáveis e estar engajados em nossos ministérios, não podemos apenas examinar os métodos do evangelismo coletivo. Precisamos começar com nosso comprometimento individual. Temos convidado o Espírito Santo para ser o ingrediente essencial em nosso ministério, assim como Ele foi para os primeiros crentes?

Paulo diz: “Examinem-se para ver se vocês estão na fé; provem-se a si mesmos. Não percebem que Cristo Jesus está em vocês? A não ser que tenham sido reprovados!” (2Co 13:5). Esse chamado à ação é renovado na iniciativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia chamada “Diga ao Mundo”. Essa iniciativa desafia todo cristão adventista a construir e atingir um relacionamento individual com Cristo para que possamos autenticamente atingir e alcançar os outros com a mensagem de esperança e cura.* Juntos, como um povo capacitado pelo Espírito Santo, podemos ser confiantes em nosso desejo de viver e compartilhar o evangelho.

* See Frontline Edition: Tell the World [http://www.adventistmission.org/article.php?id=1584]

Mãos à Bíblia

3. Em que situações a igreja deve agradecer aos indivíduos e equipes seu trabalho e testemunho? Sua igreja tem demonstrado esse espírito de gratidão e reafirmação? At 16:1, 2; Rm 16:1; 1Co 11:2; Fp 4:14

Para evitar que a avaliação seja percebida como crítica, ela deve ser acompanhada pela genuína gratidão. Em muitas ocasiões, o apóstolo Paulo teve que corrigir a igreja ou pessoas na questão da atitude, comportamento ou doutrina. Isso mostra que alguma avaliação havia ocorrido, mas sempre que podia, Paulo também reconhecia as pessoas pelo apoio que davam a ele, pessoalmente, ou por sua fidelidade a Deus.

4. O que significa considerar uns aos outros no contexto da avaliação e do reconhecimento? Que princípios de avaliação são sugeridos na Bíblia? Hb 10:24, 25


Georgina Hobson – Sunshine Coast, Austrália

Terça, 19 de junho
cpb - exposição
Pregue a verdade

Numa conversa recente numa reunião de pequeno grupo, escutei um membro da igreja dizer: “Gostaria que nossa Associação dissesse a verdade. Não gosto quando nossos líderes pregam os fatos.” Eu quase o corrigi, dizendo: “Você quis dizer ‘exageram’ os fatos, certo?” Então me dei conta de que sua escolha da palavra errada na verdade dizia muito mais do que ele intencionara dizer. Ao nos concentrarmos em ganhar pessoas e batizar mais, tornamo-nos tão adeptos da ideia de aumentar os resultados a ponto de assim redefinirmos o evangelismo? Queremos que a próxima geração de jovens adventistas use a palavra “evangelizar” com o significado da palavra “exagerar”?

Um relatório digno (Ap 14:6, 7). Apocalipse 14:6 e 7 desafia o povo de Deus a chamar o mundo para adorar o glorioso Deus Criador e proclamá-Lo como o Juiz que Se aproxima. Nessa passagem, o Senhor é um Deus de avaliação. Ele julgará o que aconteceu na Terra – tanto de bom quanto de ruim. E, logicamente, deveríamos fazer a mesma coisa ao compartilhar nossa fé individualmente e em conjunto. Sem examinar os resultados de nossos esforços, não podemos reconhecer nosso sucesso nem refinar nossas estratégias. Um relatório digno só pode ser dado se o trabalho for revisado.

Fé no coração (2Co 13:5, 6). Não precisamos estar preocupados com a santidade ou pecaminosidade dos outros porque somente Deus é o Juiz. Fomos chamados para fixar os olhos em Jesus, o autor e consumador de nossa fé. Paulo, em 2 Coríntios 13:5, diz: “Examinem-se para ver se vocês estão na fé; provem-se a si mesmos. Não percebem que Cristo Jesus está em vocês? A não ser que tenham sido reprovados!”

Podemos examinar nossa fé questionando-nos: “Está Jesus entre nós?” Você provavelmente já deve ter escutado a pergunta: “O que Jesus faria?” Essa é uma pergunta baseada na ação, mas as ações podem ser forçadas e nem sempre revelam a pessoa verdadeira. A questão proposta para a igreja de Corinto tem por base o coração: “Jesus vive aqui?”

Viver para amá-Lo (Dt 10:12, 13). Muitos de nós carregam uma lista fatigante de todas as coisas que acreditamos que precisamos fazer para ser “cristãos verdadeiros”. Deuteronômio 10:12 e 13 nos diz, porém, que devemos nos concentrar em Deus e amá-Lo. Como resultado desse amor por Ele, fluirá serviço, obediência e uma vida agradável ao Senhor. Então, ao fim de cada dia, em lugar de conferir nossa lista, poderemos avaliar nosso testemunho, dizendo: “Eu O amo mais?”

Força nos números (Hb 10:24, 25). Certa vez, num sermão, ouvi o especialista em liderança de igreja John Maxwell dizer que você sabe se é um líder ao olhar para trás. Se não houver ninguém lá, então você está apenas fazendo uma caminhada. Hebreus 10:24 e 25nos mostra um dos muitos benefícios de ser parte de uma igreja. Quando temos pessoas atrás de nós, podemos motivá-las a fazer atos de amor e boas obras. Quando temos um líder a nossa frente, temos alguém para motivar o melhor em nós. Quando estamos sozinhos, nos falta o incentivo e a capacitação que vem de trabalhar com pessoas que possuem o mesmo propósito. Precisamos uns dos outros.

Pregue a verdade (Mt 23:15). Enquanto eu aguardava meus dois minutos para dar meu relatório numa campal, não acreditei ao ouvir um evangelista público usar seu tempo para explicar por que ele necessitaria de pelo menos dez minutos. “Sou um evangelista”, ele disse. “Não posso dizer nada em apenas dois minutos.” Ele então prosseguiu falando por 15 minutos, valorizando tanto suas palavras e a si mesmo que roubou o tempo que seria dos outros.

Fiquei frustrado e consternado com os comentários repetitivos feitos pelos representantes seguintes: “Não sou um evangelista, mas...” E apresentavam seus relatórios de “dois minutos”. Quando finalmente chegou minha vez, embora eu estivesse irritado, decidi usar meus dois minutos como solicitado – para relatar, não para comentar. Mas, ao me aproximar do microfone, o apresentador disse: “Dave, não nos diga também que você não é um evangelista!”

Fiz uma pausa, reconsiderei, e então, apontando minha mão da esquerda para a direita em direção ao auditório, disse: “Vocês todos são evangelistas. Se você aceitou Jesus como seu Salvador, Ele o encarregou de ir e fazer discípulos.” Cabeças concordaram e um coro de “Améns” encheu a tenda.

O trabalho do fim dos tempos foi dado a cada um de nós. E quando a obra for terminada, sejamos honestos. Ao fim do dia, temos algo a relatar – a verdade! Dizer a verdade não exige demora. A verdade não precisa de adjetivos floreados nem de números inflacionados, e não precisa ser escondida atrás daquela “boa história” que surgiu do esforço evangelístico recente. Se houver apenas um salvo, celebre plenamente esse um.

Como testemunhas para Cristo, temos a responsabilidade de evangelizar, não de exagerar. Sejamos um exemplo àqueles que nos seguirão. E quando eles tomarem o manto em seus ombros, possam dizer com toda a honestidade: “Vamos pregar a verdade.”

Pense nisto

1. Quais áreas de sua vida se beneficiariam de mais avaliação?
2. Todos somos culpados de inflar, exagerar ou apagar a verdade. O que podemos fazer para garantir que sejamos mais honestos no futuro?


Mãos à Bíblia

5. Leia Deuteronômio 10:12 e 13. Como você resume o significado desses versos?

6. De qual texto do Novo Testamento esses versos nos fazem lembrar? Que lição isso nos mostra sobre a importância da admoestação de Deuteronômio 10? Mt 22:37, 38

7. O texto diz que Deus “pede” (ou “requer”) essas coisas de nós. Como devemos entender o significado dessas coisas no contexto da salvação unicamente pela fé?

8. O texto lida em grande parte com nosso coração e mente, com o amor e temor, coisas que muitas vezes são difíceis de julgar pelas aparências. Como essa ligação entre o interior e o exterior se harmoniza com a compreensão deApocalipse 14:6-12?


Dave Edgren – Melbourne, Austrália

Quarta, 20 de junho
cpb - testemunho
Distraído pela igreja?

“O Senhor pede aos que se acham ligados a nossas escolas, clínicas e casas editoras que ensinem os jovens a fazer obra evangelística. Nosso tempo e dinheiro não devem ser usados tanto no estabelecimento de hospitais, indústrias de alimentos, mercearias e restaurantes, que outros ramos da obra sejam negligenciados. Rapazes e moças que se devem ocupar no ministério, na obra bíblica e na colportagem, não devem ser ligados a empregos mecânicos” (Ellen G. White, Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 494).

“Deus chama consagrados obreiros que Lhe sejam leais – homens humildes, que vejam a necessidade da obra evangelística e que não recuem, mas diariamente trabalhem com fidelidade, confiando em Deus quanto ao auxílio e a força em qualquer emergência.

A mensagem tem que ser apresentada pelos que amam e temem a Deus. Não transfiram sua responsabilidade para nenhuma Associação. Prossigam e, como evangelistas, com humildade apresentem um ‘Assim dizem as Escrituras’” (Ellen G. White,
 Evangelismo, p. 24).

“Como povo, precisamos humilhar o coração perante Deus, rogando-Lhe o perdão pela nossa negligência no cumprimento da comissão evangélica. Estabelecemos grandes centros em alguns poucos lugares, deixando por trabalhar muitas cidades importantes. Assumamos agora o trabalho que nos é designado, e proclamemos a mensagem que há de despertar homens e mulheres, levando-os a reconhecer seu perigo. Se cada adventista do sétimo dia houvesse feito o trabalho que lhe foi confiado, o número de crentes seria hoje muito maior do que é” (Ellen G. White,
 Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 25).

O Salvador está esperando que cada um de nós deposite nosso “pacote de egoísmo” aos pés dEle. Como igreja, precisamos manter nosso foco na obra especial que Deus nos deu para fazer – levar as três mensagens angélicas a toda parte deste mundo. Não podemos permitir que nos tornemos tão distraídos fazendo parte da igreja que nos esqueçamos do porquê somos parte
dela.

Pense nisto

1. Você já se achou tão focalizado nas atividades da igreja que negligenciou a obra que Jesus queria que fizesse?
2. Você já esteve tão obcecado com o que está acontecendo em sua vida, em seu trabalho, em seus relacionamentos e até mesmo em sua igreja, que se esqueceu de compartilhar o amor de Jesus com aqueles que realmente necessitam?


Mãos à Bíblia

9. Que disciplinas espirituais são importantes para nosso crescimento espiritual? Mt 26:41; 1Ts 5:17; Rm 8:6; Ef 6:17, 18;2Tm 2:15, 16; Sl 1:2

Sendo pecadores necessitados da graça divina, como podemos avaliar algo assim tão “intangível” como a espiritualidade? O fato é que não existe registro de uma escala que sirva de base para avaliar a espiritualidade pessoal e estabelecer comparações. Mas disciplinas espirituais em que nos envolvemos são os sinais de uma jornada que percorremos com Cristo. A oração, estudo da Bíblia e obediência nos mostram importantes aspectos de nossa espiritualidade.


Talitha Simmons – Melbourne, Austrália

Quinta, 21 de junho
cpb - aplicação
Contando carneirinhos

A seguir estão algumas ideias que podem ajudá-lo a decidir se um evento evangelístico foi bem-sucedido, precisa retoques ou cancelamento.

Batismos. Este é geralmente considerado o maior sinal do sucesso evangelístico. Contudo, a estrada para o batismo pode ser longa. Pode acontecer anos depois e nem mesmo em sua igreja local. Perguntar a novos membros batizados sobre sua jornada para o batismo revelará quais eventos tiveram maior impacto. Deixe que os líderes de cada um desses eventos saibam que desempenharam uma parte na jornada dessa pessoa.

Estudos bíblicos. Conte as pessoas que se inscreveram para estudos bíblicos após o evento evangelístico.

Frequência à igreja. É um pouco mais difícil manter um registro de todos os que compareceram aos cultos após participar de um evento evangelístico. Se você não tem certeza se alguém era participante, perguntar a esse visitante como soube a respeito da igreja é uma descoberta interessante.

Pensamentos dos participantes. Ao fim de um evento evangelístico, avalie como os interessados souberam sobre ele, o que acharam, o que aprenderam, e se estão interessados em eventos futuros.

Números de participação. Mantenha controle do número de interessados que compareceram pela primeira vez. Isso mostra a eficiência de sua propaganda. Se o evento é realizado mais de uma vez, preste atenção a quantas pessoas vêm a mais (ou a menos) depois de cada projeto, e você terá uma indicação de quão bem o evento está se conectando com os interessados.

Demografia. Anote idade, sexo, nacionalidade e grupo social de cada interessado; assim, você pode ver quem está interessado em qual tipo de evento e descobrir quais grupos de pessoas vocês não estão alcançando.

Moral interna. Entreviste os membros que planejaram o evento evangelístico. Pergunte como acharam que seria, o que acharam que funcionou ou não, e se possuem energia e disposição para realizá-lo novamente.

Quando você tiver os dados, poderá responder a perguntas como estas: (1) A propaganda foi efetiva? (2) O evento segurou a audiência? (3) Existe uma resposta razoável para convites de eventos futuros? (4) Como foi o envolvimento da igreja? (5) Quais grupos demográficos não foram alcançados? (6) O que devemos fazer melhor da próxima vez?

Mãos à Bíblia

10. Que ensinos estão na base de nossa identidade como adventistas do sétimo dia? Ap 14:6, 7

11. O que deve estar em primeiro lugar em nossa vida? Como essa verdade deve influenciar a espiritualidade da igreja e a obra de testemunhar e evangelizar? Mt 6:33; 10:7; 24:14; Lc 4:43

Os relatórios dos números de pessoas acrescentadas à igreja em vários momentos e os relatórios das igrejas sendo estabelecidas entre os gentios são evidências de que avaliações estavam sendo realizadas em relação à forma pela qual a igreja estava atingindo o alvo do crescimento do reino.


Scott Wegener – Warburton, Victoria, Austrália

Sexta, 22 de junho
cpb - opinião
Inferno, marshmallows e evangelismo

Um amigo ateu me contou uma vez sobre uma placa de igreja em que estava escrito: “Eternidade: será o inferno sem Jesus.” Essa mensagem não o tentou a estocar marshmallows para tostá-los nas chamas do “fogo eterno”. Nem tampouco fez com que ele se sentisse tentado a descobrir mais sobre o que aquela igreja dizia sobre Jesus.

Felizmente, a maioria das igrejas tem ido além de aterrorizar as pessoas para que acreditem em Deus e não precisem passar a eternidade num lugar insuportavelmente quente. Mas isso significaria que não há nada mais no evangelismo que precise ser mudado? Geralmente, as pessoas enxergam o evangelismo como a apresentação de um seminário ou a execução de um programa elaborado. Mas acho que essa percepção é limitada. Não quero dizer que o evangelismo em massa não traga resultados, porque em muitas partes do mundo funciona visivelmente. Mas será que funciona em todos os lugares e para todas as pessoas?

É bom ter mais pessoas frequentando a igreja após um programa de alcance. Mas haverá ocasiões em que serão investidos muito tempo e dinheiro para resultados relativamente pequenos. Naturalmente, não podemos enxergar as conexões em potencial sendo construídas no coração das pessoas que podem não estar vindo para a igreja quando o programa termina. E se o conteúdo evangelístico não estiver satisfazendo as necessidades espirituais das pessoas? “O evangelismo público, separado das necessidades das pessoas, aumenta o abismo entre elas e Deus.”1

Em
 Apocalipse 14:6 e 7, o primeiro anjo proclama o evangelho eterno a todos no mundo. Seria ótimo se as coisas pudessem ser deixadas para que os anjos as fizessem, mas essa visão é realmente sobre nossa responsabilidade de repartir a Palavra de Deus com os outros. Isso inclui convidar as pessoas para ir à igreja conosco.

Uma pesquisa revelou que de 15 mil pessoas, 70 a 90 por cento foram à igreja e desenvolveram um relacionamento com Cristo porque alguém as convidou a ir.2 Assim, o evangelismo pode ser mais efetivo num nível pessoal.

1. Tompaul Wheeler, Things They Never Taught Me (Hagerstown, Md.: Review and Herald, 2006), p. 35.
2. Robert A. Young, How to Lead a Church to Reach People and Grow (2009), p. 104.

Pense nisto

1. Que tipo de trabalho você acha que seria mais efetivo para as pessoas em sua área? 
2. De que mensagem você acha que as pessoas mais se beneficiariam? Por quê?


Mãos à obra

1. Entreviste os membros de sua igreja local sobre as diferentes maneiras pelas quais eles aliviaram o sofrimento de outros no ano passado, e a alegria que experimentaram ao fazer isso.
2. Escreva uma história curta sobre a diferença que fez em sua vida o simples ato de bondade de alguém.
3. Encontre uma forma anônima de compartilhar o amor de Deus aliviando o sofrimento de alguém que precise de roupas, comida, conforto, amigos, descanso, coragem, ajuda ou proteção.
4. Planeje pelo menos um ato de bondade para um estranho a cada dia por uma semana e escreva sobre isso em seu diário.
5. Plante flores que possam ser dadas a alguém como um ministério de ânimo a pessoas solitárias, confinadas a uma casa ou enlutadas.


Adele Nash – Cooranbong, Austrália


Lição 12 "Avaliando o Testemunho e o Evangelismo" Leitura Adultos ( 16 a 23 de junho)





Lição 12       16 a 23 de junho
Neste Sábado 23 de junho teremos o almoço com a liderança da escola sabatina no IASPINHO (Levar prato e talheres).
Horário 15h00  
Congresso Missionário  “Compartilhando Amor”  Local : Prédio Escolar.




Avaliando o testemunho e o evangelismo






Sábado à tarde
Ano Bíblico: Sl 10–17

VERSO PARA MEMORIZAR: “Como brinco de ouro e enfeite de ouro fino é a repreensão dada com sabedoria a quem se dispõe a ouvir” (Pv 25:12, NVI).

Pensamento-chave: É um erro se envolver na grande obra divina do evangelismo sem uma avaliação eficaz.

Muitas vezes ficamos satisfeitos com resultados mínimos no evangelismo, quando poderíamos ter exercido maior influência e obtido muito mais sucesso se tivéssemos avaliado nossos esforços anteriores. Dessa maneira, poderíamos ter permitido que nossas descobertas orientassem as estratégias futuras.

Às vezes, grandes somas de dinheiro são investidas em ministérios de evangelismo e testemunho, mas os resultados são mínimos. Isso tem levado à sugestão de mudanças na distribuição do orçamento e/ou nos procedimentos. Se apresentadas sem espírito crítico, essas questões podem ser parte da avaliação sadia. No entanto, devemos acrescentar de antemão que, de fato, não conhecemos todos os resultados de um programa específico, porque podemos nos concentrar apenas nos resultados tangíveis (tais como número de pessoas batizadas) e não saber até que ponto as sementes do evangelho foram espalhadas. Contudo, ainda há a necessidade de avaliar de uma forma que envolva uma análise, mas que evite o espírito crítico.

Nesta semana, consideraremos a avaliação como um princípio bíblico e examinaremos seu valor como um procedimento contínuo na vida da igreja local.

Domingo
Ano Bíblico: Sl 18–22

Por que avaliar?
A avaliação acontecerá, quer a realizemos ou não. A cada sábado e em cada reunião pública acontece uma avalição. As pessoas avaliam o conteúdo, a clareza e até mesmo a duração do sermão. E os que frequentam reuniões públicas esperam um alto nível de profissionalismo. Em qualquer lugar e tempo em que as pessoas tenham expectativas, haverá avaliação. Embora não possamos apontar um texto em que uma avaliação formal tenha sido feita, é evidente que a avaliação era uma parte importante da vida da igreja primitiva.

1. Qual é a importância da avaliação? Que tipos de avaliação existem na igreja? 1Tm 3:1-13; 1Co 11:28; 2Co 13:5, 6
Quando a Palavra de Deus estabelece um padrão, exige ou prescreve ações específicas, ou apresenta uma ordem, nossas respostas são abertas à avaliação, que faz perguntas muito importantes: “Como estamos indo nesse ministério específico?”; “Como podemos ser mais eficazes?”

O fato de Paulo ter especificado certas qualificações para diáconos e anciãos mostra que algum tipo de avaliação devia ser feita para verificar a aptidão para essas funções, bem como para avaliar a eficácia nesse ministério.

2. Qual é a resposta de sua igreja à missão dada por Jesus? Que aspectos da missão devem orientar essa avaliação? Mt 28:19, 20
Como servos de Deus, a nós foi confiada a verdade imensamente valiosa do evangelho. Considerando que a mensagem do evangelho deve ser levada a todo o mundo, não deve nos surpreender o fato de que Deus também tem um processo de avaliação. O Senhor está interessado no progresso da obra confiada aos que responderam ao chamado para ser colaboradores na salvação das pessoas.

Como você avalia sua fé e experiência com Deus? Que evidências você tem de que Jesus Cristo está em você? Que ações precisam ser executadas para melhorar a situação? (2Co 13:5).

Segunda
Ano Bíblico: Sl 23–30

Avaliando de maneira cordial
Embora existam muitos benefícios na avaliação, há algumas armadilhas das quais devemos estar cientes e que precisam ser evitadas. Se formos extremamente rigorosos na avaliação, e focalizarmos principalmente os pontos negativos, há o risco de se criar um ambiente crítico, que irá desencorajar e diminuir a quantidade de voluntários. Para evitar que a avaliação seja percebida como crítica, ela deve ser acompanhada pela genuína gratidão. De fato, na maioria das vezes nos esquecemos de reconhecer o trabalho de nossos obreiros, especialmente os que têm servido no seu ministério específico por um tempo considerável. Eles estão sempre ali fazendo o trabalho, e esperamos que eles continuem ali realizando essa atividade. A avaliação lhe dará a oportunidade de encorajar essas pessoas.

3. Em que situações a igreja deve agradecer aos indivíduos e equipes pelo seu trabalho e pelo seu testemunho? Sua igreja tem demonstrado esse espírito de gratidão e reafirmação? At 16:1, 2; Rm 16:1; 1Co 11:2; Fp 4:14
Em muitas ocasiões, o apóstolo Paulo teve que corrigir a igreja ou pessoas na questão da atitude, comportamento ou doutrina. Isso mostra que alguma avaliação havia ocorrido mas, sempre que podia, Paulo também reconhecia as pessoas pelo apoio que davam a ele pessoalmente, por sua fidelidade a Deus ou pelo fiel desempenho de um ministério específico.

Para ser justo na avaliação, é preciso avaliar não somente os resultados mas também os processos. A avaliação de resultados pergunta se um programa atingiu os resultados planejados. A avaliação do processo analisa o gerenciamento interno do projeto.

4. O que significa considerar uns aos outros no contexto da avaliação e do reconhecimento? Que princípios de avaliação são sugeridos na Bíblia? Hb 10:24, 25

Esses versos são mais do que uma sugestão. Com firmeza, eles nos admoestam a levar a sério o crescimento e desenvolvimento espiritual uns dos outros. Se devemos considerar o que Deus requer em nossa vida cristã, e se atendemos à necessidade de considerar em que ponto estamos em nossa experiência, é preciso também realizar uma avaliação adequada ao considerarmos uns aos outros.

Terça
Ano Bíblico: Sl 31–35

O que o Senhor pede
E agora, ó Israel, que é que o Senhor, o seu Deus, lhe pede, senão que tema o Senhor, o seu Deus, que ande em todos os Seus caminhos, que O ame e que sirva ao Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração e de toda a sua alma, e que obedeça aos mandamentos e aos decretos do Senhor, que hoje lhe dou para o seu próprio bem?” (Dt 10:12, 13, NVI).

Considerando os versos acima e o contexto desta semana e de todo o trimestre, responda:

5. Se você fosse resumir o significado essencial dos dois versos acima, o que você diria?
6. De qual texto do Novo Testamento esses versos nos fazem lembrar? Que lição isso nos mostra sobre a importância da admoestação de Deuteronômio 10? Mt 22:37, 38
7. O texto diz que Deus “pede” (ou “requer”) essas coisas de nós. Como devemos entender o significado dessas coisas no contexto da salvação unicamente pela fé?
8. O texto lida em grande parte com nosso coração e mente, com o amor e temor, coisas que muitas vezes são difíceis de julgar pelas aparências. Que manifestações exteriores de coisas interiores esses versos mencionam? Como essa ligação entre o interior e o exterior se harmoniza com a compreensão de Apocalipse 14:6-12?
Em Mateus 23:15, Jesus comunicou aos escribas e fariseus uma avaliação severa sobre o “testemunho” e “evangelismo” realizado por eles para alcançar os gentios. Assim, na busca bem-intencionada de cumprir a comissão evangélica, devemos manter sempre diante de nós as profundas verdades expressas em Deuteronômio 10:12, 13. Afinal, com todos os nossos esforços para conquistar pessoas, a última coisa que queremos fazer é gerar mais “filho[s] do inferno”.

Quarta
Ano Bíblico: Sl 36–39

Avaliando para o crescimento espiritual
O Senhor, contudo, disse a Samuel: ‘Não considere sua aparência nem sua altura, pois Eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração’” (1Sm 16:7, NVI).

Na lição 7, mencionamos que todos os objetivos definidos por indivíduos ou igrejas devem ter a possibilidade de avaliação. Embora seja relativamente fácil monitorar e avaliar o crescimento numérico, é verdade que existe mais para a igreja do que números.

É óbvio (ou deveria ser) que não queremos simplesmente encher a igreja de pessoas. Queremos enchê-la de pessoas que estejam crescendo em seu relacionamento com Jesus, que amem o Senhor e que expressem esse amor em obediência aos Seus mandamentos. A última coisa que desejamos fazer é o que Jesus disse que os escribas e fariseus faziam: percorriam “terra e mar” (isto é, se envolviam em esforços missionários) e tornavam os conversos “duas vezes mais filho[s] do inferno do que” eles mesmos (Mt 23:15, NVI). Essa forte reprovação de seus “esforços evangelísticos” nos mostra a importância de dar atenção à avaliação do crescimento espiritual, não apenas dos que trazemos para a igreja, mas também de nós mesmos, de uma forma ainda mais atenciosa.

9. Que disciplinas espirituais são importantes? Por que essas coisas são essenciais para nosso crescimento espiritual? Mt 26:41; 1Ts 5:17; Rm 8:6; Ef 6:17, 18; 2Tm 2:15, 16; Sl 1:2
Sendo pecadores necessitados da graça divina, como podemos avaliar algo tão “intangível” como a espiritualidade dos outros? O fato é que não existe registro de uma escala de espiritualidade que sirva de base para avaliar a consagração pessoal. É, portanto, mais adequado e proveitoso considerar se o cristão está na jornada espiritual, em lugar de determinar em que ponto ele está nessa jornada. As disciplinas espirituais em que nos envolvemos são os sinais de uma jornada espiritual. As coisas listadas nos versos acima certamente são indicadores. No entanto, precisamos ter cuidado com nossa maneira de julgar a experiência dos outros. Ao mesmo tempo, especialmente se estamos lidando com novos membros, devemos, de modo bondoso e amoroso, ajudá-los a entender a importância de práticas como a oração, estudo da Bíblia e obediência para seu crescimento espiritual.

Quinta
Ano Bíblico: Sl 40–45

Avaliando para o crescimento da igreja
A razão pela qual nossa igreja existe é a mesma pela qual avaliamos. Acreditamos que a Igreja Adventista do Sétimo Dia foi levantada neste momento específico na história da Terra como parte do plano de Deus de levar o evangelho ao mundo. Em outras palavras, existimos para conduzir pessoas para o reino.

10. Que ensinos estão na base da nossa identidade como adventistas do sétimo dia? Ap 14:6, 7

Avaliar o próprio desempenho é um método de se manter fiel à tarefa da maneira mais eficaz possível. Qualquer avaliação do que a igreja faz deve examinar como as estratégias de evangelismo e testemunho estão influenciando o crescimento da igreja. As atividades em que estamos envolvidos estão nos ajudando a alcançar o objetivo da igreja?

11. O que deve estar em primeiro lugar em nossa vida? Como essa verdade deve influenciar a espiritualidade da igreja e a obra de testemunhar e evangelizar? Mt 6:33; 10:7; 24:14; Lc 4:43

O relato do ministério terrestre de Jesus contém numerosas referências à pregação como forma de conquistar pessoas para o reino de Deus. Jesus pregou que o reino de Deus estava próximo. Ele repreendeu os líderes religiosos por tornar difícil a entrada das pessoas no reino de Deus. Ele enviou Seus discípulos para pregar o reino de Deus. Evidentemente, o objetivo primordial de Jesus, dos apóstolos e da igreja era conquistar pessoas para o reino.

Os relatórios dos números de pessoas acrescentadas à igreja e dos templos estabelecidos entre os gentios são evidências de que avaliações foram realizadas em relação à forma pela qual a igreja estava atingindo o alvo do crescimento do reino.

Jesus fez uma declaração muito forte e contundente, ao dizer que, se você não está com Ele, está contra Ele (Mt 12:30), e que se você não ajunta com Ele, espalha. Coloque de lado sua profissão de fé ou seu nome no livro da igreja. Você está ajuntando ou espalhando? Como você justifica sua resposta?

Sexta
Ano Bíblico: Sl 46–50

Estudo adicional
Já ouviu falar de uma banda de um homem só? Isso ocorre quando uma pessoa toca todos os instrumentos de uma banda. O tambor é amarrado às suas costas e operado por um pedal; os pratos são presos entre os joelhos e assim por diante. Uma “banda de uma só pessoa” ocorre quando uma pessoa desempenha todas as partes.

As pessoas que tentam fazer tudo sozinhas às vezes se queixam da falta de apoio da igreja. No entanto, provavelmente a congregação não foi convidada a se envolver de alguma forma, a não ser no aspecto financeiro.

A seguir estão algumas sugestões de como multiplicar seu ministério envolvendo outras pessoas:

1. Descubra quantas pessoas poderiam participar desse ministério.
2. Defina as áreas que necessitam de ajuda significativa e procure as pessoas essenciais para desempenhar esses papéis principais.
3. Escreva um esboço dos aspectos do trabalho. Isso será útil quando estiver falando com os futuros membros da equipe. Eles serão capazes de compreender exatamente o que se espera deles.
4. Apresente relatórios à igreja. Todos verão que seu ministério é parte da estratégia da igreja. Assim será mais provável que eles se envolvam.
5. Tenha reuniões regulares com a equipe. Reafirme os membros da equipe e avalie o progresso.

Perguntas para reflexão

1. Quando e como você cruza a linha entre a avaliação e o tipo de julgamento contra o qual somos advertidos nas Escrituras?
2. Pense mais nas palavras de Jesus em Mateus 23:15. Como podemos impedir que isso aconteça, especialmente quando novos conversos são com tanta frequência cheios de zelo? Como podemos ter certeza de que o zelo está focalizado na direção certa, de modo que não criemos mais “filho[s] do inferno” em nosso meio?
3. Considere um ministério específico em sua igreja e sugira um bom método de avaliação do programa, do processo e do pessoal.

Respostas sugestivas: 1. Traz informações e orientações que ajudam a melhorar a igreja; avaliação de bispos e diáconos; avaliação das esposas; autoavaliação. 2. Envolvimento dos membros da igreja na obra de fazer discípulos (ensinar e batizar). Devemos avaliar e planejar o crescimento. 3. Devemos aproveitar todas as oportunidades; falar em público e em particular; elogiar por meio de cartas. 4. Devemos considerar os irmãos, reconhecendo suas qualidades e promover seu crescimento no amor, nas boas obras e na comunhão. 5. Deus espera respeito, fidelidade em Seus caminhos, amor, serviço feito com dedicação total e obediência aos Seus mandamentos. 6. “Amarás o Senhor... de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”; Deus deve ser o primeiro. 7. Deus é nosso criador, nosso pai e nosso salvador; por isso Ele pede essas atitudes de nós, como resultado do amor e fé. 8. O amor nos leva a andar em Seus caminhos e nos motiva ao serviço; o povo de Deus guarda os mandamentos e tem a fé em Jesus. 9. Vigiar; orar; interceder pelos irmãos; estudar a Bíblia; falar palavras que edifiquem; meditar sempre na lei de Deus. 10. Evangelho eterno; salvação em Jesus Cristo; adoração ao Criador; observância do sábado; juízo final; segunda vinda de Jesus. 11. O reino de Deus e Sua justiça; a volta de Jesus; se esperamos e acreditamos no reino de Deus, pregaremos essa esperança.