sábado, 27 de outubro de 2012

Lição 5 (adultos) "Crescendo em Cristo" 27/10 a 03/11


Lição 5
27 de outubro a 3 de novembro

Crescendo em Cristo




Sábado à tarde
Ano Bíblico: Lc 21, 22

VERSO PARA MEMORIZAR: “Tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz” (Cl 2:15, NVI).


Pensamento-chave: A vitória de Cristo sobre a cruz define a extensão da vitória na qual o cristão pode crescer.

O item acrescentado às crenças fundamentais da Igreja, votado na 58ª Assembleia da Associação Geral (em 2005), foi intitulado “Crescimento em Cristo”. Quando a declaração é analisada, os seguintes pontos importantes se tornam evidentes: Jesus derrotou os poderes satânicos e as forças do mal; por meio de Cristo, é possível vencer esses poderes, incluindo suas manifestações passadas na vida de alguém; finalmente, há condições para que essas vitórias se realizem na experiência de uma pessoa.


Esses pontos ocuparão nossa atenção nas três próximas lições. Nesta semana examinaremos a natureza da vitória conquistada por Cristo na cruz. Por Sua vitória, não somente sobre o pecado, mas sobre qualquer outra força que atue contra a humanidade e a criação de Deus, Cristo alcançou salvação para nós.


À medida que procuramos compreender o que Cristo realizou em nosso favor, estaremos mais bem preparados para entender o que podemos alcançar em nossa vida agora. Sua vitória pode ser a nossa vitória, se a reivindicarmos para nós, porque, não importa o que Jesus fez por nós, devemos decidir aceitar isso. A vitória não é dada automaticamente a ninguém.

Domingo
Ano Bíblico: Lc 23, 24


A redenção

O cristianismo é “uma religião de redenção”, na qual as pessoas são salvas da ruína do pecado por meio do que outra Pessoa, neste caso Jesus, fez por elas. Assim, a religião cristã pode ser diferenciada de “uma religião da lei”, em que alguém pode mudar seu destino pelos próprios esforços em “fazer boas obras”. Precisamos dessa redenção porque, segundo a Bíblia, sem Cristo as pessoas são escravas do pecado (Jo 8:34) e estão sob sentença de morte (Rm 6:23). Elas não podem se libertar dessas duas condições. A situação do pecador requer intervenção externa, e essa intervenção tem um preço. Como o Novo Testamento ensina de modo tão claro, esse preço foi a morte de Jesus na cruz.

1. Leia os textos bíblicos e marque “s” para sim ou “n” para não: O que está incluído no conceito de redenção? Is 35:10; Mc 10:45; Gl 4:4, 5; Tt 2:14; Hb 9:12; 1Pe 1:18, 19
A) O nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo. ( )
B) O ministério de Cristo no santuário celestial, com base no Seu sangue. ( )
C) O fato de que Deus escolheu uns para a redenção e outros para a perdição. ( )
D) A nossa adoção como filhos de Deus, perdoados e purificados. ( )

Do ponto de vista do Novo Testamento, a morte redentora de Cristo é sacrifical e substitutiva. Ele tomou nosso lugar, sacrificando-Se em nosso favor, sofrendo a nossa morte para que não tenhamos que enfrentá-la. Embora alguns rejeitem essa ideia porque não gostam da noção do sofrimento de alguém no lugar de outro (especialmente no lugar do culpado), essa é a essência da mensagem evangélica.


“A menos que nossa linguística esteja em falta, quando o Novo Testamento fala de redenção, isso significa que Cristo pagou o preço da nossa redenção. Visto que o preço pago deve ser adequado à compra em questão, isso indica uma equivalência, uma substituição” (Leon Morris, The Apostolic Preaching of the Cross [A Pregação Apostólica da Cruz]; Grand Rapids, Wm. B. Eerdman Publishing Co., 1965, p. 61).

Pense em algumas coisas em sua vida que você acha impossível mudar, questões sobre as quais você é absolutamente impotente para resolver. Da mesma forma, somos absolutamente impotentes para nos salvar. Como essa compreensão nos ajuda a entender melhor o que Cristo fez por nós na cruz? Mais importante ainda, como essa verdade maravilhosa da redenção deve afetar nossa vida?

Segunda
Ano Bíblico: Jo 1–3

Escravos libertados

Quando entendemos a redenção como libertação de uma forma de escravidão que necessitava de ajuda “externa”, concluímos que a humanidade pecadora é dominada por uma força ou influência mais forte do que ela mesma. A questão que precisa ser respondida é: Que poder ou instrumento tem escravizado a humanidade pecadora de maneira violenta?

2. Marque “v” para verdadeiro e “f” para falso: De acordo com Romanos 6:12-23 (especialmente os versos 18, 20 e 22), do que Jesus nos liberta? Em que contexto ocorre a libertação?
A) Liberta das obrigações da lei, no contexto do Antigo Testamento. ( )
B) Liberta as nações da política da escravidão. ( )
C) Liberta do pecado, anulando sua condenação e seu domínio em nossa vida prática. ( )
D) Liberta do excesso de santidade, que pode levar ao orgulho. ( )

Pense no que Paulo disse nos versos acima, e no que ele disse em Romanos 6:1-11. Paulo falou sobre o que acontece no batismo cristão. Ele apresentou algumas coisas que deviam ter morrido com Cristo no batismo. Depois de mencionar essas coisas, Paulo desafiou os cristãos, que se uniram a Cristo, a manifestar o senhorio de Cristo, que os “libertou” do poder do pecado.


O resultado é que, segundo Paulo, não importa quanto a nossa natureza tenha sido corrompida pelo pecado, por meio de Cristo podemos ser livres do seu poder escravizante. Quem não viu a devastação que pode ser causada por esse tipo de escravidão? Quem não viu vidas arruinadas pelo pecado? Quem não lutou contra o poder do pecado em sua vida? Esse é, de longe, o maior inimigo que os seres humanos já enfrentaram.


O que torna essa escravidão tão perversa é que ela não é imposta apenas de fora para dentro, mas também tem sua origem dentro de nós. Como podemos ser libertados de uma escravidão, de um cativeiro, que se origina em nós, na nossa própria natureza?


A resposta, como vimos nos versos acima, vem unicamente do poder de Jesus, que conquistou a vitória para nós e que nos oferece o poder para vencer. Por meio de Cristo, somos não apenas perdoados dos nossos pecados; devemos morrer para eles, e ser libertados deles. Eles não mais devem nos dominar. Essas são promessas maravilhosas, poderosas, que todos os que professam o nome de Cristo devem reclamar para si mesmos.

Qual tem sido sua experiência com o poder escravizador e cruel do pecado? Como você pode aprender a se apegar mais às maravilhosas promessas de libertação oferecidas em Jesus?

Terça
Ano Bíblico: Jo 4–6


Principados e potestades: parte 1

A Bíblia descreve nosso mundo como estando sob o domínio das forças do mal, que procuram nos controlar e destruir. O grande conflito é o resultado da atuação do Senhor contra esses poderes. A grande notícia é que, depois da cruz, a vitória contra eles está assegurada. Embora o conflito continue dramático, a vitória pertence a Deus, e dela podemos compartilhar pela fé.

3. O que a Bíblia diz sobre a realidade do conflito? Que grande esperança e promessas encontramos nela? (Marque “v” para verdadeiro e “f” para falso) 1Jo 3:8; 5:19; Jo 12:31; 16:11; Ef 6:12; Cl 1:16; 2:15; Rm 8:38, 39


A) “Para isto se manifestou o Filho de Deus: para amenizar as obras do diabo.” ( )
B) “Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro já não mais está no Maligno.” ( )
C) “A nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades.” ( )
D) Nada “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus.” ( )

No século 21, muitas pessoas mantêm uma cosmovisão científica. Para essas pessoas, um mundo habitado por forças do mal e dominado por poderes demoníacos hostis é predominantemente visto como um resquício de uma era de superstição e ignorância. Em contraste com isso, a Bíblia apresenta, como parte da realidade do mundo, uma organização de forças hostis incluindo principados e potestades demoníacos. A visão bíblica do mundo é grande o suficiente para abranger a cosmovisão natural e também a sobrenatural.


Em Romanos 8:38, por exemplo, a palavra grega traduzida como “principados” é archai, que poderia se referir a governantes civis e também a poderes sobrenaturais que tentam exercer o domínio do mal sobre os homens. Em Efésios 6:12, a expressão literal “príncipes das trevas deste século” (RC) também poderia ser traduzido como “dominadores deste mundo tenebroso” (RA).


“Evidentemente, Paulo está se referindo a espíritos malignos pessoais, que exercem um grau de autoridade sobre o mundo. Compare a expressão ‘príncipe deste mundo’, que descreve Satanás, em João 12:31; 14:30; 16:11. A personalidade do diabo também estava clara para o revelador” (Ap 2:10; 12:10; The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 6, p. 1.044.

Quarta
Ano Bíblico: Jo 7–9

Principados e potestades: parte 2

Como vimos, a palavra traduzida como “principados” pode se referir a governantes mundiais ou poderes sobrenaturais que tentam exercer controle sobre a vida humana. Outra palavra grega usada em conjunto com o termo “principados” (archai) é a palavra stoicheia, que significa literalmente “elementos”, ou “substâncias ou princípios elementares”. O contexto em que stoicheia é usada revela outros aspectos deste mundo caído, dos quais fomos redimidos pela vitória de Cristo na cruz.

4. Marque um “x” nas respostas certas: Além dos poderes malignos literais, de que outras coisas fomos libertados por Jesus? Cl 2:8, 14, 20; Gl 4:1-11


A) Filosofia ( ); B) Vãs sutilezas ( ); C) Rudimentos do mundo ( ); D) Lei moral, que nos trazia condenação ( ); E) Tradição dos homens ( ).

O Novo Testamento, principalmente o conceito de Paulo sobre os “poderes”, parece ligar seres espirituais a forças ou poderes que governam a vida humana, além de Cristo. Poderiam ser poderes políticos, sociais, tradicionais e até mesmo religiosos. O termo stoicheia, usado em Gálatas 4:3, 9, fala do sistema de paganismo do qual os cristãos da Galácia haviam sido libertados. É usado também em referência a aspectos do antigo sistema legal judaico. Em Colossenses 2:8, 20, refere-­se metaforicamente a princípios filosóficos mundanos.


“Em Isaías 24:21 a expressão ‘os reis da Terra, na Terra’ implica que a expressão ‘no céu, as hostes celestes’ refere-se a Satanás e os anjos maus. Paulo se refere a Satanás como ‘o príncipe da potestade do ar’ (Ef 2:2), e aos invisíveis líderes do mal como ‘dominadores deste mundo tenebroso’ que habitam ‘nas regiões celestes’ (Ef 6:12). Em 1 Coríntios 15:24, 25 Paulo diz que eles serão subjugados por Cristo. Isaías prevê o momento em que os anjos maus e os homens perversos sofrerão punição (leia Mt 25:41;. 2Pe 2:4, 9; Ap 20:10-15; The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 4, p. 198, 199).


A vida é regida por uma série de poderes, pessoais e impessoais. Sem Cristo, o homem está à mercê desses poderes. As pressões do momento presente, para não mencionar o medo do futuro, bem como as exigências da vida, sociedade, tradição, e da ideologia, todas podem exercer influências que podem separar uma pessoa do Senhor. Mas por intermédio de Cristo, fomos libertados, não apenas dos nossos pecados, mas também da escravidão a esses “poderes”. Precisamos entender a natureza dessa vitória e reivindicá-la como sendo nossa.

Além das realidades sobrenaturais existentes, que outras forças e influências lutam contra você? Você precisa identificá-las e reivindicar as promessas de Jesus para vencê-las.

Quinta
Ano Bíblico: Jo 10, 11

Um assassino revelado

Cristo veio ao mundo com o propósito de destruir as obras do diabo (Hb 2:14). Ele fez isso na cruz. Mas, se Cristo foi vitorioso sobre o diabo, os principados e potestades, por que ainda estamos lutando contra eles?

5. Quais são as três expressões usadas por Paulo para descrever o que aconteceu na cruz? Como podemos entender o significado da cruz? Cl 2:15


Complete a resposta: __________________________________________________________, “expôs ao desprezo” e __________________________________________________________.

Primeiro, Cristo despojou, ou “desarmou” os “poderes”. A palavra grega é apekduomai, que significa literalmente “tirar as roupas de alguém”. Aqui isso pode significar que os poderes foram despojados de suas armas.


Que armas? “A vida vitoriosa de Cristo, que culminou no Calvário, anunciou a condenação do diabo. O disfarce de Satanás foi arrancado. [...] Por Sua cruz Jesus Cristo despojou dos principados e potestades das trevas tanto seu ‘manto oficial’ quanto sua autoridade como príncipes deste mundo, e sua armadura de força na guerra contra a justiça” (The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista, v. 7], p. 205).

6. Cristo “publicamente [...] expôs [os poderes] ao desprezo”, “fez deles um espetáculo público”. Como os poderes foram expostos publicamente na cruz? Que imagens deles se tornou evidente? Jo 8:44


Complete: Ele foi ___________________________________________________________ desde o princípio e jamais se firmou na __________________________________________, porque nele não há _____________________________________________.
Quando ele profere __________________________________________________________, fala do que lhe é próprio….

O texto também diz que Cristo “triunfou sobre eles”. A palavra grega é thriambeuo e implica uma celebração. Além de tudo que estivesse incluído nesse triunfo, certamente estava o fato de que ele ajudou a revelar que Satanás é assassino.


Por causa da cruz, chegará o dia em que o domínio desses poderes acabará, quando Cristo “houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder” (1Co 15:24), e o último inimigo a ser destruído será a morte (1Co 15:26). Até lá, temos que resistir, combatendo o combate da fé na força de Deus […]


“Satanás viu que estava desmascarado. [...] Revelara-se um homicida. Derramando o sangue do Filho de Deus, desarraigou-se Satanás das simpatias dos seres celestiais. Daí em diante sua obra ficou restrita. Estavam quebrados os derradeiros laços de simpatia entre Satanás e o mundo celestial …” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 761).

Sexta
Ano Bíblico: Jo 12, 13

Estudo adicional

Leia de Ellen G. White, Fundamentos da Educação Cristã, p. 136: “O Livro dos Livros”; História da Redenção, p. 394, 395: “Espiritismo”; O Grande Conflito, p. 511-517: “Invisíveis Defensores do Homem”.


“Uma batalha invisível a olhos humanos está sendo travada. Está em campo o exército do Senhor, buscando salvar pessoas. Satanás e suas legiões também estão em atividade, buscando por todos os meios possíveis, enganar e destruir. [...] Dia a dia prossegue a batalha. Se nossos olhos se pudessem abrir para ver em operação os instrumentos bons e os maus, não haveria frivolidade, vaidade, gracejos e brincadeiras. Se todos se revestissem de toda a armadura de Deus e combatessem corajosamente as batalhas do Senhor, seriam obtidas vitórias que fariam tremer o reino das trevas” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 41).


“Quando os homens procuram viver em harmonia com Deus, descobrem que o escândalo da cruz ainda não findou. Principados, potestades e espíritos do mal nos lugares celestiais, estão voltados contra todos os que se submetem obedientemente à lei celestial. Por isso, longe de causar tristeza, as perseguições devem trazer alegria aos discípulos de Cristo, porque são uma evidência de que seguem os passos de seu Senhor (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 29, 30).

Perguntas para reflexão
1. Leia Hebreus 2:14, 15. A morte é claramente descrita ali como agente de escravidão. Observe, também, a ênfase em nosso medo da morte. Por que temos tanto medo da morte? Como esse medo nos mantém, como o texto diz, em uma espécie de escravidão? Como o cristão, livre em Cristo, deve ver a morte?
2. Para algumas pessoas a ideia de forças demoníacas é tola superstição; outros são dominados pelo medo dessas coisas. Como podemos encontrar o equilíbrio entre a compreensão da realidade desses poderes e a noção do que Cristo fez por nós na luta contra eles?
3. Quais são alguns exemplos de como as forças do mal controlam ou influenciam diversos poderes mundanos?
4. Como a concepção do grande conflito nos ajuda a entender a continuidade da existência do mal, mesmo após a vitória de Cristo na cruz?

Respostas sugestivas: 1. Sim para as letras A, B e D. 2. As letras A, B e D são falsas. A libertação ocorre no contexto da vida prática e da consagração do corpo ao Senhor. 3. As letras A e B são falsas. 4. As letras A, B, C e E estão certas. 5. A resposta é: “Despojando os principados e as potestades”; “publicamente os expôs ao desprezo”; “triunfou sobre eles na cruz”. 6. A resposta é: Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio…

 





 

Meditação da Mulher Outubro 2012

Meditação da Mulher Outubro 2012
 


27 de outubro sábado

A alegria do Senhor

 
Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor. Lucas 2:11, NVI

Quatro dólares e oitenta e quatro centavos – nem tanto dinheiro assim para um CD de Natal; então, por que simplesmente não deixar isso de lado e suspender a procura?

Algum tempo antes, enquanto o mês de outubro ainda ostentava folhas de outono, eu me havia acomodado junto à lareira, sentindo o aroma de velas perfumadas e ouvindo meu CD novo. Algumas noites depois, meu esposo e eu assistimos a um concerto. Num programa da escola, nosso cupom foi sorteado e nos deu o direito de desfrutar um passeio com um moderno automóvel de uma locadora da cidade. Às vezes, ele já vem com um CD, mas desta vez levamos nossa própria música, meu novo CD de Natal. Foi uma grande noite.

O dia seguinte raiou com uma longa lista de coisas por fazer. Mas onde estava meu CD novo? Olhei atrás das caixas de som. Ali não estava. Com certeza, devia ter ficado no carro. Liguei para a locadora – nenhum CD. A procura girou mais em torno do mistério do que da localização. O CD podia ser substituído.

Minha filha telefonou no dia seguinte, sugerindo que fizéssemos uma caminhada e depois fôssemos ao Walmart para comprar outro CD. Você adivinhou – não sobrara nenhum. Eu tinha uma agenda e um monte de coisas por fazer, mas, por alguma razão, fiquei ali, perdida e imóvel.

Querido Senhor, a caça ao CD é tolice. Não preciso dele. Mas, de alguma forma, não é mais pelo CD que estou procurando. Quero encontrar a Ti. Meus dias têm sido assoberbados, empurrando para o lado meus pensamentos. Meu filho anda por aí, o emprego do meu esposo está por um fio, minha saúde é frágil e meus amigos parecem distantes. Senhor, seria da Tua vontade conceder-me este pequeno sinal que diz respeito apenas a mim, e a ninguém mais? Ah, como preciso sentir Tua presença, Senhor! Amém.

Alguns momentos mais de procura e então, por alguma razão desconhecida, abri a porta. Ali, no meio do chão da varanda, estava o CD perdido. Naquele pequeno disco, vi meu Deus como um Ser tremendo. Acabava de tomar consciência de que Ele ama meus filhos mais do que eu mesma. Ele cuida do emprego do meu esposo, da minha família e de cada parte da minha vida. Ainda no mês de outubro, dedico a você meus pensamentos de Natal: “a alegria do Senhor é a vossa força” (Neemias 8:10).

Judy Good Silver

28 de outubro domingo

Beleza disfarçada

Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo. 2 Coríntios 11:3

Embora houvesse saído da cidade em numerosas ocasiões para visitar familiares e amigos, eu deixava de perceber as diferenças extremas entre a vida na cidade e na área rural. Desde que me mudei para o campo, tenho contato com animais que não são geralmente vistos numa cidade. Vejo muitas aves de diferentes espécies. O ar é muito mais puro e há menos barulho.

Recentemente, eu falava com Bob ao telefone sobre levar um pacote ao meu filho André, já que Bob e a esposa Tina iriam visitá-lo. “Pode, por favor, esperar um minuto?” perguntei.

“Sim”, respondeu Bob. Acendi a luz e desci correndo a escada até o porão, a fim de buscar outro item para mandar ao André. Quando estava a ponto de pisar no chão do porão, parei no último degrau olhando algo que parecia um belo colar preto com lustrosos ornamentos vermelhos, sobre o carpete recentemente instalado. Não tenho colares, pensei, e ninguém me visitara ultimamente usando colar. Olhando outra vez, dei-me conta de que simplesmente não era um colar – era um filhote de cobra, com cerca de trinta centímetros de comprimento. Disse a Bob que tornaria a telefonar, pois havia uma cobra no porão.

Bob sugeriu que eu a colocasse dentro de um vidro. Rapidamente encontrei um vazio e peguei um graveto na lareira. A cobra se contorcia e retorcia e fez tudo o que pôde para evitar ser confinada ao vidro. Por fim, após uns cinco minutos tentando capturar o réptil, coloquei o vidro em cima dele. Isso expôs seu belo ventre cor de laranja.

Pensei em Eva e em como fora iludida por Satanás. Que bela criatura mortífera! É assim que o pecado se apresenta. O pecado é mortal e muitas vezes vem lindamente enfeitado, chegando de modo inesperado e sob disfarce. Às vezes, as pessoas podem não ser tão afortunadas quanto eu. Acendi a luz e ainda estava sobre o degrau antes de pisar no porão. Mas às vezes pisamos no pecado porque não permitimos que Cristo nos ilumine o caminho. Uma vez tendo dado um passo na direção do pecado, podemos ser perdoados se nos arrependemos e pedimos perdão. Assim como a cobra foi contida num vidro, Cristo aprisionou o pecado e o selou sobre a cruz, derramando Seu sangue. Graças a Deus por Jesus!

Cora A. Walker

29 de outubro segunda

Oração de criança

Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele. Provérbios 22:6

Eu tinha apenas 6 anos de idade quando me ajoelhei ao lado da cadeira na minha classe, na igreja, e pedi que Jesus entrasse no meu coração.

Quando voltamos da igreja para casa naquela tarde, não perdi tempo em convidar minhas amigas da casa ao lado para virem brincar. No quintal, preguei meu primeiro sermão para elas,

dizendo-lhes que orassem porque Deus as amava e podia enxergá-las através do telhado! Não sei que impressão isso exerceu sobre elas no momento, mas acho que foi importante.

Aquele inverno foi particularmente rigoroso. Como sempre, fui a primeira da família a adoecer. Depois de eu passar três dias com febre alta e dor de garganta, mamãe e papai me levaram à clínica infantil. Ela estava extremamente movimentada naquele dia, e esperamos num cubículo por um tempo que pareceu horas. Por fim, papai foi ao balcão para saber por quanto tempo teríamos que esperar. Enquanto ele estava lá, desci da maca e espiei pela cortina o cubículo ao lado. Eu ouvira um choro vindo de lá e queria ver o que estava acontecendo. Ali, sobre a maca, estava sentado um adolescente; um médico estava enfiando uma longa agulha no nariz dele. Isso me assustou tanto que me afastei da cortina e voltei para a maca, tremendo. “Por favor, Deus”, orei, “não deixes que ele faça isso comigo. Por favor, manda o doutor embora ou me deixa ir para casa.”

Meu pai voltou e disse que não havia encontrado ninguém no balcão. Assim que ele se assentou, uma enfermeira entrou no cubículo e disse: “O médico foi chamado para uma emergência, e vocês terão que voltar amanhã, ou então dirigir-se ao pronto-socorro.” Garanti ao meu pai que eu estava me sentindo melhor e fomos para casa. Daquele dia até hoje, estou convencida de que o Senhor ouviu minha oração. Através dos anos, quando fico desanimada, penso em como Deus respondia às minhas orações de criança e como minhas dúvidas e apreensões desapareciam.

Deus tem respondido a muitas das minhas orações desde então – nem sempre do modo como desejei. Mas entendi que Ele fez o melhor.

Muito obrigada, Senhor, por teres respondido à minha oração de criança, tanto tempo atrás. Sei que tens sempre pleno conhecimento de nossa vida e estás disposto a auxiliar em tempos de necessidade. Amém!

Margaret E. Fisher

30 de outubro terça

Um cântico de graças

E a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo. Efésios 4:7

Vários anos atrás trabalhei como coordenadora de encaminhamento hospitalar. Não trabalhava diretamente com os pacientes; apenas os conhecia pelo que os membros de outra equipe me informavam. Fiquei emocionada quando nossa coordenadora voluntária parou, certa manhã, e me perguntou se eu poderia cantar para uma paciente internada que gostava muito de hinos.

A Sra. Morris era uma dama encantadora. Aparentava estar bem, e não alguém morrendo de uma doença terminal. Estava muito lúcida, contente, sentada numa espreguiçadeira, com uma manta de crochê no colo.

A princípio, conversamos um pouco, a título de apresentação. Rapidamente descobri que ela era dotada de muito conhecimento de música. Gostava, especialmente, da história da música de igreja e dos clássicos sacros. Também gostava de corais e havia cantado em muitos, ao longo dos anos. Sugeri alguns hinos que poderíamos cantar juntas, para começar, mas ela me interceptou, escolhendo os hinos que queria, do seu hinário. “Hoje”, anunciou ela, “vamos cantar hinos de ação de graças!”

Assim fizemos. Cantamos por quase uma hora. “Graça Excelsa”, “Gratidão” e assim por diante. Eu cantava soprano e ela se harmonizava comigo. Cantamos até a hora do jantar. Ajudei-a a tomar a refeição, depois li uma passagem da Bíblia, no Salmo 91, e fizemos oração. Foi uma hora muito abençoada.

“Você virá outra vez?” perguntou ela, enquanto eu me preparava para sair.

Claro que viria! Assim, quando a visitei, duas semanas mais tarde, levei dois dos membros do meu coral para cantarem comigo. Mas a Sra. Morris não estava sentada. Seu estado declinava e ela estava quieta, deitada na cama, como uma flor murchando. Entristeci-me ao vê-la daquela maneira, e fiquei ali por algum tempo, sem dizer nada. Ela olhou para mim e deu um fraco sorriso. Eu sabia que ela não poderia cantar conosco. Em voz baixa, cantamos três hinos e saímos do quarto, enquanto ela dormia. Ela faleceu uma semana depois.

Às vezes é bom, para nós, entrarmos no mundo de alguém, mesmo que só por um momento. Sempre encontraremos Deus ali, e, quem sabe, um cântico de graças.

Márcia R. Pope

31 de outubro quarta

A inundação que não chegou

Trazei todos os dízimos à casa do tesouro. [...] Por vossa causa, repreenderei o devorador [...] diz o Senhor. Malaquias 3:10, 11

Quando eu tinha aproximadamente 10 anos, nossa casa precisou de um telhado novo. Minha mãe fez os arranjos com um empreiteiro para começar o trabalho no domingo seguinte. Esse também seria o dia em que ela ira à cidade a fim de adquirir mercadorias para nosso comércio. A equipe que trocaria o telhado chegou bem cedo e começou a trabalhar logo.

Havia chovido quase todos os dias por uma semana – desde pancadas leves de alguns minutos até chuvas pesadas e repentinas que causavam alguma inundação. Apesar disso, os homens removeram rapidamente o telhado antigo. E, como era previsível, ao olharmos para cima, vimos nuvens de tempestade se acumulando no céu. Alguns dos vizinhos começaram a prever uma calamidade, anunciando que nossa casa seria inundada, já que os operários não tinham lonas suficientemente grandes para cobrir o telhado todo. Olhei para minha mãe com medo, porque sabia que ela nos deixaria sozinhos em seguida.

Minha mãe era fiel na devolução do dízimo e assim, pondo as mãos nos quadris, ela disse: “Bem, eu sou dizimista e Deus terá uma oportunidade de cumprir Sua palavra. Ele está fazendo Seu trabalho, então me deixem fazer o meu.” Com isso, saiu. Lembro-me de ter desejado ir a algum lugar para me esconder, mas, sendo a mais velha, tentei agir como se ecoasse os sentimentos dela.

Morávamos na ribanceira ocidental de um rio muito largo. Os pedreiros agora trabalhavam febrilmente a fim de escapar do inevitável. Dentro de meia hora, o rio começou a transbordar do lado leste. As grandes gotas de chuva, batendo na água, soavam como um exército marchando na direção da nossa casa. Os vizinhos, apressadamente, retiraram-se cada um para sua casa. Eles veriam o desastre de dentro de suas casas enxutas.

Depois de uns cinco minutos, todos perceberam que não havia indício de som de chuva batendo nas telhas de zinco galvanizado. Algo incomum estava ocorrendo. Você nunca vai adivinhar! A chuva avançou para o meio do rio – e parou. Foi como se Deus houvesse dito:
“Até aqui, e não mais adiante.” Que alívio para mim, e que testemunho quanto à bondade de Deus, que manteve Sua promessa de repreender o devorador! Os vizinhos mal podiam esperar para contar o fato à minha mãe quando ela voltou para casa, e chegaram até a mandar ofertas para a igreja. Deus honra aqueles que O honram.

Vashti Hinds-Vanier

Meditação Diária - Semana 29/10/2012

Meditação Diária - Outubro 2012

 


     
27 de outubro Sábado

      Prisioneiros e Pizza

 

O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Ele Me ungiu para pregar boas-novas aos pobres. Ele Me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos. Lucas 4:18

Algum tempo atrás, a rebelião em um dos presídios australianos terminou de maneira inusitada. Um grupo de prisioneiros assumiu o controle da área da recepção da prisão de segurança máxima em Hobart, capital da Tasmânia. Exigindo melhor tratamento e melhorias nas celas, os prisioneiros fizeram uma lista de 24 itens. Eles imobilizaram um dos guardas e o fizeram de refém até que as exigências fossem atendidas. Após dois dias, a rebelião terminou pacificamente, sem a agitação do pelotão de choque munido de escudos e armas fogo, sem gás lacrimogêneo, sem tiroteio. A pessoa responsável pela negociação garantiu a liberação do guarda sem sofrer nenhum dano após a entrega de 15 pizzas. Aparentemente, nenhuma das 24 exigências listadas provaram ser tão urgentes quanto a necessidade de uma refeição diferente!

Pessoas angustiadas, pessoas que pensam que não têm nada a perder, agem com desespero. Mas a calma paciente de um mediador (e a expectativa de deliciosas pizzas após dois dias sem comer) pode acabar com o desespero de qualquer ser humano.

Em vários lugares da Bíblia encontramos os seguidores de Deus em prisões – não por causa de algum ato ilegal, mas por obedecerem à sua consciência. O jovem José, falsamente acusado pela mulher de Potifar, foi encarcerado. Muitos séculos mais tarde, o profeta Jeremias foi preso porque predisse a derrota de Jerusalém para os babilônios. No Novo Testamento, João Batista foi colocado atrás das barras de ferro e finalmente executado após denunciar o casamento ilícito do rei Herodes Antipas com a cunhada. O apóstolo Paulo foi preso várias vezes. No livro de Hebreus lemos a respeito de cristãos, cujos nomes não foram registrados, que foram presos por causa de sua fé (Hb 10:34; 13:3). E o relato bíblico é concluído com o Apocalipse, revelado pelo Senhor a João, durante seu exílio na ilha de Patmos (Ap 1:9).

Entre todos esses personagens bíblicos, nenhum jamais causou tumulto, fez reféns ou exigiu melhor tratamento. Eles confiaram em Deus; suportaram as dificuldades através dos olhos da fé nAquele que é invisível. Na verdade, todos nós somos prisioneiros, cristãos e não cristãos. O carcereiro é severo e cruel; Satanás é seu nome. Mas Jesus proclama liberdade para os prisioneiros: libertação das algemas do pecado, um novo começo. E um dia, o próprio cruel carcereiro será preso (Ap 20:1-3).


28 de outubro Domingo


O Caso da Galinha Distraída

 

Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes Eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram! Lucas 13:34

A humilde galinha, seja batendo as asas em voo ou ciscando o chão, carece de graça. Nenhum soneto de amor jamais a invocará; nenhum artista jamais a fará objeto de um afresco. Ela parece existir estritamente para propósitos utilitários – botar ovos e servir de alimento para os carnívoros. Pobre galinha! Nunca será elogiada como o pássaro azul, o sabiá ou a cotovia; nunca atingirá as alturas como a águia. Tudo o que recebe são gozações, como na fútil brincadeira: “Por que a galinha atravessou a estrada?”

Essa brincadeira, porém, foi levada a sério. Certa galinha foi multada (não estou inventando isso) por atravessar a estrada distraidamente! A multa foi emitida pelo delegado de Kern County, Califórnia. Na verdade, a galinha não recebeu a multa, presumidamente porque se recusou a recebê-la, mas os donos da galinha, sim.

A ré foi multada por impedir o tráfego em Johannesburg, uma pequena comunidade rural próxima a Ridgecrest, cerca de 350 quilômetros a nordeste de Los Angeles.

Agora, sim, sabemos por que a galinha atravessou a estrada: ela não sabia que atrapalhar o tráfego era ilegal. Mas isso não é tudo. A comunidade em que a galinha infringiu a lei tem uma população de apenas 50 residentes! Com uma multidão dessas, uma galinha distraída obviamente causaria um congestionamento.

Os donos da galinha alegam que foram multados porque reclamaram que os policiais não estavam executando satisfatoriamente o dever de supervisionar e controlar os veículos na estrada de terra. “Não”, foi a resposta dos guardiões da lei. “As galinhas na estrada é que são a causa do problema.”

Jesus certa vez relacionou Seu ministério à atitude de uma galinha com seus pintinhos. Dirigindo-Se ao povo de Jerusalém, Ele chorou diante do fato de que foram rejeitados Seus desejos e esforços em reunir o povo sob Seus cuidados. Ele ainda chora. Ele chora pelo mundo. Ele chora por nós.

Somos realmente tolos como os pintinhos que se afastam da mamãe galinha, recusando-se a atender seu cacarejo avisando do perigo; seu chamado para voltar à segurança de suas asas protetoras. Tolos como as galinhas distraídas. Mas a graça é para pessoas tolas como você e eu.


29 de outubro Segunda


A Canção da Eternidade

 

No princípio era Aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus. João 1:1

Misteriosas, intrigantes, profundas, as palavras de abertura do Evangelho de João atraem nossa atenção. A linguagem em si é simples, tanto em nosso idioma quanto no texto original em grego, mas nos encanta. Trata-se de uma canção que ecoa desde a eternidade.

“No princípio...” Nossa mente é remetida para as primeiras palavras da Bíblia. “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1:1, ARA). O princípio do Evangelho de João, no entanto, remete-nos para muito antes do nascimento da Terra e de nosso sistema solar: antes da criação do mundo, antes da existência do Universo, antes do tempo, antes de todas as coisas. Trata-se do princípio que antecede todos os princípios que possamos imaginar.

Somos criaturas de tempo e espaço; somos seres humanos. Mesmo que atingíssemos a média de idade bíblica, mesmo que vivêssemos por mais de um século, o número de nossos dias seria como uma fração de segundos em comparação com a eternidade. Pense no Universo, incompreensível em sua vasta imensidão, com estrelas tão distantes que a luz que irradiam, viajando a 300 mil quilômetros por segundo, leva milhões de anos para atingir nosso planeta. Essas estrelas estão tão distantes que muitas vezes já se apagaram há muitos anos, mas a luz que vemos continuou sua longa jornada até atingir nosso campo de visão.

E o princípio sobre o qual escreveu o apóstolo João é ainda mais distante, anterior a todos os princípios. Estejamos certos de que João se refere a um Ser que sempre existiu. A Palavra não é um ser recém-chegado na cena das eras. Tente imaginar a época mais distante que conseguir e ainda encontrará a Palavra.

A Palavra entrou no tempo e no espaço. Ela armou Sua tenda entre nós, tomou a forma humana. João fala resumidamente sobre isso e dedica o restante de seu Evangelho para descrever a glória da Palavra que Se fez carne. Essa Palavra que Se fez carne, a quem as pessoas chamaram de Jesus, parecia ser como qualquer outra pessoa. Mas não era. Veio de eras e eras, da eternidade.

De todas as considerações sobre Jesus de Nazaré, a pergunta suprema, a mais importante, é: Foi Jesus apenas um homem, ou Ele foi algo mais? João nos informa desde o princípio que Ele foi mais, muito, muito mais! Ele é eterno. Ele é Deus.

Ao longo da história, as pessoas têm questionado se Deus ou deuses existiram, têm procurado fazer contato com eles, satisfazê-los, apaziguá-los. João diz: Sim, Deus existe. Desde a eternidade. E Deus Se fez carne. Ele deixou a eternidade e Se submeteu ao nosso tempo e espaço. Ele veio para nos salvar. Jesus!


30 de outubro Terça


O Criador de Todas as Coisas

 

Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle; sem Ele, nada do que existe teria sido feito. João 1:3

A Palavra eterna, Aquele que é o grande comunicador da Divindade, é também o agente da criação. Estamos habituados a pensar em Jesus, a Palavra que Se fez carne, como nosso Salvador. Com menos frequência nos damos conta de que Ele também é nosso Criador. Mas Ele é. João afirma que “sem Ele, nada do que existe teria sido feito”. Paulo vai ainda além: “Pois nEle foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele” (Cl 1:16).

Tal visão transforma nossa maneira de olhar o mundo ao redor. O mundo natural com suas variedades deslumbrantes de árvores, plantas, flores e ervas; com maravilhosa imensidão de espécies de vida animal – Ele criou tudo. Não aconteceu por acaso; é Sua criação.

Os seres humanos em especial são o auge de Sua atividade criativa. Ele nos criou um pouco menores do que os anjos, à Sua imagem, à semelhança de Deus. Por meio do ato da criação, Ele conferiu dignidade a cada homem e mulher nascido neste mundo. É verdade, a imagem de Deus foi quase removida pelo pecado, mas restam alguns traços. A pessoa que zomba de outro ser humano zomba do Criador; a pessoa que prejudica outro ser humano, um dia terá que prestar contas ao Criador.

A conclusão dessa grande verdade é: Ele também me fez. Sou especial. Tenho valor. Minha origem é divina, a despeito de quão modestas tenham sido as circunstâncias de meu nascimento. Tenho um destino divino, pois Ele quer que eu viva para sempre em Sua presença.

Carregamos os traços da imagem divina, possuímos o desejo e a habilidade de “criar” também, ainda que em nível muito inferior. Algumas pessoas compõem músicas maravilhosas; eu não. Algumas pessoas fazem peças de mobília, constroem casas; eu não. O mais próximo que meus esforços chegam da criatividade é por meio da escrita. Para mim, escrever tem sido um hobby vitalício. Criar textos me traz muita satisfação. Notei um fenômeno interessante: aquilo que escrevo assume vida própria. Cada leitor interpreta meu artigo ou livro de acordo com sua própria experiência. Eles encontram significado em trechos que eu não incluí conscientemente. Se eu protestar, dizendo: “Mas não foi isso que eu quis dizer!”, eles respondem: “Bem, mas foi assim que eu entendi!”

De certa forma, assim ocorre com Deus e conosco. Ele nos criou, mas Ele permite que sigamos o caminho que escolhemos.

31 de outubro Quarta


O Triunfo da Luz

 

A Luz da vida brilhou nas trevas, e as trevas não conseguiram apagá-La. João 1:5, The Message

Nunca conseguiram, nunca conseguirão: as trevas não podem apagar a luz. Às vezes, as trevas são tão densas que parece que conseguiremos tocá-las. São impenetráveis, parecem estar totalmente distantes da Luz; mas a Luz vem e dissipa as trevas.

Sou otimista. De vez em quando, encontro ou fico sabendo de pessoas terrivelmente preocupadas com o estado do mundo. Está tudo arruinado, dizem; as coisas nunca foram tão ruins. Elas conseguem enxergar apenas o pior para o futuro. Às vezes lançam seu olhar negativo para a igreja: ela se corrompeu e está piorando; tempos ainda piores virão.

Mas as trevas não podem apagar a Luz. Nunca conseguiram, nunca conseguirão. Ao longo dos séculos, em meio à maldade e à ignorância tão escuras como a meia-noite, Deus sempre teve um povo que O amou e O serviu, um povo que brilha como a luz de velas, dispersando a escuridão.

Assim também foi antes de Jesus iniciar Seu ministério. O povo vivia em trevas, de acordo com a Bíblia (Mt 4:16). Mas entre aqueles que habitavam na sombra da morte surgiu uma luz brilhante. Primeiro, João Batista, que Jesus chamou de “candeia que queimava e irradiava luz” (Jo 5:35). Em seguida, o próprio Jesus. Ele foi, e é a Luz do mundo. Assim, o período de profunda ignorância e escravidão, ao pecado e ao diabo, deu lugar a uma era de luz incomparável.

A mais densa escuridão ainda surge pouco antes do alvorecer. No momento em que parece não mais restar esperança, a ajuda está prestes a aparecer.

No século 19, uma expedição liderada pelos exploradores Robert Burke e William Wills partiu de Melbourne na tentativa de cruzar pela primeira vez a Austrália, de norte a sul. Finalmente, chegaram a Cooper’s Creek, uma região muito remota. O grupo permaneceu ali, enquanto Burke e Wills prosseguiram, com o objetivo de chegar ao mar. Os que foram deixados para trás esperaram por muito tempo, mas os líderes não retornaram. Por fim, concluíram que Burke e Wills tinham morrido. Levantaram acampamento, mas antes enterraram alguns alimentos sob uma árvore em cujo tronco escreveram: “Cave.”

Logo depois que partiram, Burke e Wills apareceram e encontraram os alimentos enterrados. Mas os líderes e o grupo nunca mais se encontraram, e Burke e Wills acabaram perecendo. Tão perto e, ao mesmo tempo, tão longe!

Nunca se esqueça disto: a Luz ainda brilha e sempre brilhará.








Inspiração Juvenil - Outubro 2012 - Belas histórias

Inspiração Juvenil - Outubro 2012
 
Sexta 26 de outubro
Como Impressionar os Pais
Quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. 1 Coríntios 13:11

Breno estava sentado numa cadeira de jardim na frente de seu pai, que lia o jornal.

– Algo importante vai acontecer esta semana. Lembra-­se?

– Hummmm! – disse o pai, atrás do jornal. – O presidente vai visitar nossa cidade?

– Não, pai! É o meu aniversário! O senhor se lembra quantos anos vou fazer?

O pai colocou o jornal de lado e coçou a cabeça.

– Vamos ver… Acho que nem me lembro… Dezesseis?

– Paaaaaai! – riu Breno. – O senhor sabe que vou completar 18!

– Mesmo?

– Mesmo! E sabe o que isso significa?

– Sei! No ano que vem, você vai fazer 19! – riu o pai.

– Ah, papai, o senhor sabe… sabe o que quero dizer. Vou tirar minha carteira de motorista!

– Cuidado, pessoal! O Breno vai tirar carteira de habilitação! – O pai fingiu estar horrorizado.

Breno deu risada.

– Precisamos estabelecer um horário para o carro. Também estou precisando do carro! – disse ele.

– Calma! – respondeu o pai. – Não tenho certeza de que você está preparado para dirigir. É uma responsabilidade muito grande!

O que poderia Breno fazer para provar a seu pai que tem maturidade suficiente para usar o carro da família? Aqui estão seis ideias para impressionar seu pai.

1. Expressar apreço. O pai de Breno não tem obrigação de lhe dar um carro. Usá-lo será um privilégio. Quanto mais apreço demonstrar, melhor será o relacionamento com seu pai.
2. Oferecer ajuda. Breno poderia oferecer-se para pagar parte do combustível e do seguro. Uma exibição de generosidade deixaria seu pai desarmado.
3. Lavar o carro. Que pai diria “não” a um filho que aparecesse com uma flanela em uma das mãos e um frasco de polidor na outra? Esse tipo de consideração encanta os pais.
4. Ser pontual. Quando um adolescente volta para casa na hora marcada, os pais veem nele traços de maturidade. Sentem-se confiantes.
5. Ter em mente as multas. Jovens que recebem muitas multas acabam acumulando dívidas que não conseguirão quitar. O preço é alto para motoristas descuidados.
6. Dizer “muito obrigado” e “por favor”. Muitos jovens são incapazes de pronunciar essas palavras. Breno se sairia bem se vencesse essa dificuldade.

Escolhendo Amigos
Na prática, é possível impressionar os pais e estabelecer amizade com eles.

Sábado 27 de outubro


Amigos e Vizinhos

Pensemos uns nos outros a fim de ajudarmos todos a terem mais amor e a fazerem o bem. Hebreus 10:24 (NTLH)

– Estou aborrecido – disse Filipe, de nove anos de idade, numa tarde de calor.

– Eu também – concordou sua irmã Geisa, de 10 anos. – Não há nada para se fazer por aqui.

– Nossos amigos estão todos em férias – concordou Filipe.

– Vamos falar com mamãe – sugeriu Geisa. – Talvez ela dê algumas ideias de onde podemos achar amigos.

Geisa e Filipe acharam a mãe dentro de casa.

– Estamos entediados – explicou Geisa. – Precisamos de amigos. Tem alguma ideia?

– Que tal o casal Pedroso, nossos vizinhos do lado? – sugeriu ela.

– Ah, mamãe! Eles são tão velhos! – disse Filipe. – Precisamos de alguém com quem brincar!

– Os amigos podem ser de qualquer idade – explicou a mãe. – E vocês não precisam brincar sempre com amigos. Os amigos também se ajudam. Talvez pudessem fazer amizade com o Sr. Pedroso e esposa, ajudando-os.

– De que jeito? – Geisa estava começando a ficar interessada.

– Os dois são velhos demais para trabalhar no jardim, e não podem mandar cortar a grama com muita frequência – respondeu a mãe. – Sei que a Sra. Pedroso gosta de flores, mas as dela não estão crescendo direito por causa das ervas daninhas.

– Eu consigo cortar a grama! – disse Filipe, endireitando-­se. – Papai diz que sei cortar tão bem quanto ele!

– Arrancar ervas daninhas não é tão difícil – acrescentou Geisa. – Sei fazer isso. Por que não começamos logo?

Depois de perguntar se o casal Pedroso concordava, Geisa e Filipe puseram mãos à obra. Filipe andou pelo jardim todo com a potente máquina de cortar grama de seu pai, e deixou o gramado lindo num instante. Depois foi ajudar Geisa a terminar de arrancar as ervas daninhas dos canteiros de margaridas, zínias e petúnias.

– Que lindo que ficou! – exclamou a Sra. Pedroso no alpendre, observando o jardim. – Fiz um pouco de limonada. Venham descansar e refrescar-se.

Depois que as crianças relaxaram, tomando limonada fresquinha, o Sr. Pedroso apareceu com um jogo de damas.

– Estão pensando que vão ganhar de mim? – disse ele, piscando um olho.

O restante daquela tarde passou voando, enquanto Geisa e Filipe se divertiam com os novos amigos.

Domingo 28 de outubro


São Necessárias Duas Pessoas

Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Efésios 6:1

– Por que o papai está sempre bravo comigo? Por que eu? – choramingou Vitória, de 15 anos.

Sua mãe sentou-se na cama que Vitória ainda não tinha arrumado. Vitória deixou-se cair sentada ao lado dela.

– Seu pai não estava bravo. Ele fez um pedido razoável e você recusou-se a obedecer.

– Mas eu não queria fazer o que ele mandou – disse Vitória com a cara fechada.

– Isso foi óbvio – sorriu a mãe. – Mas antes mesmo de vir para a mesa, você já estava indignada com seu pai. Você apenas usou aquele incidente para tornar clara a sua contrariedade.

– Ele não se importa comigo – respondeu Vitória. – Não dedica nada de tempo para mim.

– Você não está sendo justa – argumentou a mãe. – Muitas vezes ele tentou conversar com você, e você não respondia. Para haver diálogo, são necessárias duas pessoas. Também são necessárias duas para haver um relacionamento. Você quer que seu pai faça tudo, enquanto você não faz nada.

– Papai me trata como criança, mas já cresci! – Vitória não queria ceder facilmente.

– Vitória, um adulto maduro nunca teria agido como você hoje de manhã – disse a mãe. – Mesmo que não seja mais uma criança, você deve respeito a seu pai. O quinto mandamento não coloca limite de idade para se honrar o pai.

– E daí?

– E daí eu sugiro a você que obedeça a seu pai não apenas por causa da autoridade dele. Em vez disso, obedeça porque o ama e quer vê-lo feliz.

– Como assim?

– Bem, não espere que ele sempre venha procurá-la para uma conversa. Mostre ao papai que está interessada nele, e se surpreenderá com os resultados.

– O que devo fazer a respeito de hoje de manhã?

– Acho que você pode descobrir por si mesma. – A mãe levantou-se e deixou Vitória sentada na cama.

Vitória foi para a escrivaninha, arrancou uma página do seu caderno de inglês e começou a escrever: “Querido papai, desculpe o que aconteceu hoje de manhã. Por favor, perdoe-­me. Gosto mesmo de você e vou tentar ser melhor. Com carinho, Vitória.”

Naquela noite, ela encontrou um bilhete sobre sua penteadeira. “Querida Vitória, muito obrigado, meu docinho. Também amo você! Papai.”

Escolhendo Amigos
Para haver amizade, são necessárias duas pessoas. Tem você feito sua parte para cultivar amizade com seus pais?

Segunda 29 de outubro

Vovó Brown

Pela recordação que guardo de tua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em tua avó Loide. 2 Timóteo 1:5

O fogo crepitava alegremente no fogão à lenha. O círculo de luz de um lampião de querosene caía suavemente sobre as mãos enrugadas de Vovó Brown, que na sua espreguiçadeira fazia um tapete de retalhos.

Naquele dia, Cindy, de dez anos de idade, havia ajudado a cortar tiras de dois centímetros de largura de seus vestidos velhos, as quais vovó emendava e enrolava em grandes bolas. Alguns vestidos velhos de vovó também se encontravam na pilha de retalhos que estavam sendo reciclados para virar um tapete oval.

Sentindo o cheiro de fumaça de lenha, chá de hortelã, rosquinhas de canela e óleo de eucalipto, uma mistura única de aromas, Cindy sentia-se vivendo nos dias dos pioneiros. Sua avó era mesmo antiga! Lembrava-se da Guerra Civil Americana e da morte de Abraão Lincoln. Contava histórias da colonização e de incursões dos índios. A Vovó Brown era de outro século, quando as mulheres usavam chapéus de proteção contra o sol e as crianças escreviam em lousas nas escolas de uma sala só, na zona rural.

– Conte-me sobre seu tempo de menina – pediu Cindy afinal. – Conte-me sobre os velhos tempos.

– Foram tempos difíceis – começou a vovó.

Cindy apoiou a cabeça contra o veludo da velha cadeira. Fechou os olhos e imaginou o que deveria ter sido viajar de carreta de bois… precaver-se contra animais selvagens no mato… caminhar nove quilômetros numa trilha até à escola… levar comida para seu pai que trabalhava nas minas de carvão.

Cindy gostava de visitar a Vovó Brown. Isso a fazia sentir-­se parte de uma família com profundas raízes. Sentia-se ligada ao passado. Era gostosa a sensação de pertencer a um grupo.

Mas não era essa a única razão por que Cindy gostava de visitar a Vovó Brown. Havia outras coisas, como ter alguém com bastante tempo para ouvir, alguém que a fazia sentir-­se especial, alguém que não cobrava a arrumação do quarto ou o preparo da lição de casa, alguém que nunca julgava. A Vovó Brown tinha muito amor, muita paciência, compreensão, fé e paz.

“Algum dia eu gostaria de ser como a vovó”, pensou Cindy.

Escolhendo Amigos
Você já descobriu como seus avós são especiais?

Terça 30 de outubro


Inimigos Transformados

Este reconcilia com eles os seus inimigos. Provérbios 16:7

Clifford Goldstein ingressou num kibutz em Israel para escapar dos cristãos. Estava zangado por causa da perseguição que os cristãos haviam praticado contra os judeus durante séculos e pelas dificuldades que seu povo ainda enfrentava em muitas partes do mundo.

“Pelo menos aqui não haverá cristãos para me incomodarem”, disse ele consigo mesmo. “Será ótimo viver entre judeus como eu.”

Clifford, entretanto, não havia estado no kibutz nem sequer por uma semana, quando dez dedicados cristãos se mudaram para lá. Começou a discutir com eles imediatamente, insultando-os a cada oportunidade que aparecia. Que direito tinham eles de vir morar num kibutz judeu? Por que não ficavam onde era seu lugar? Por que precisavam andar por aí, desgraçando a vida dos judeus?

A despeito das agressões de Clifford, os cristãos não revidaram, não se queixaram nem condenaram. Seu único argumento era amor e bondade. Esforçaram-se muito para demonstrar amizade. Andavam a segunda milha para serem gentis com Clifford.

– Você põe muitos obstáculos para fazermos amizade, Cliff – observou Sue Norris, membro do grupo. – Mas gosto de você assim mesmo.
“Essa gente é legal mesmo”, pensou Cliff. “Quero que eles sejam meus inimigos, que me odeiem, mas eles não querem colaborar. Acho que vou ter de permitir que sejam meus amigos.”

Cliff surpreendeu-se com a atitude de Asher, outro cristão, quando foi injustamente despedido.

– O que você vai fazer a respeito? – perguntou Cliff.

– Nada – respondeu Asher. – Só perdoar-lhes.

Quando Cliff percebeu o amor de Deus refletido no caráter de cristãos como Sue e Asher, seu preconceito se diluiu. Ainda argumentava contra doutrinas e crenças, mas não conseguia argumentar contra o modo como tratavam as pessoas.

Tendo aceitado os cristãos como amigos, Cliff começou a ouvir o que tinham a dizer sobre Cristo. Em pouco tempo estava acreditando que Jesus devia mesmo ser o Messias. Não demorou muito para que aceitasse a Jesus e fosse batizado no rio Jordão.

Escolhendo Amigos
Não passe por alto a possibilidade de um inimigo tornar-se amigo. Às vezes, os piores inimigos transformam-se nos melhores amigos.

Quarta 31 de outubro


Teste da Escolha de Amigos

Não pare nunca de plantar suas sementes porque você não sabe qual delas vai crescer – talvez todas cresçam. Eclesiastes 11:6 (A Bíblia Viva)

Às vezes, surpreendemo-nos com o que aparece em nossos jardins e com o que não aparece. Sempre existe o elemento surpresa quando cultivamos amizades e flores. A pessoa que você considera uma erva daninha pode muito bem transformar-se numa linda flor.

Avalie sua capacidade de fazer amizade com tipos diferentes e surpreendentes de pessoas. Em que áreas você deveria esforçar-se mais ao fazer amizades?

1. Não julgo as pessoas pela aparência, mas pelo caráter.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
2. Aceito as pessoas como possíveis amigas, sem considerar idioma, cultura ou nacionalidade.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
3. Aceito as pessoas como possíveis amigas, mesmo que sejam pobres, carentes e necessitadas.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
4. Aceito as pessoas como possíveis amigas, mesmo que sejam fisicamente enfermas ou deficientes.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
5. Aceito as pessoas como possíveis amigas, mesmo que sejam deficientes mentais.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
6. Aceito as pessoas como possíveis amigas, mesmo que professem outra religião.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
7. Aceito as pessoas como possíveis amigas, mesmo que tenham aparência diferente dos padrões aceitos socialmente.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
8. Aceito as pessoas como possíveis amigas, independentemente de sua idade.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
9. Esforço-me para estabelecer amizade com meus pais.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
10. Procuro cultivar amizade com meus avós e idosos.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
11. Tenho a disposição de considerar meus inimigos como amigos em potencial, mesmo que sejam hostis comigo.
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre
12. Consigo olhar todas as pessoas dentro dos olhos e dizer: “Você é meu irmão! Você é minha irmã!”
( ) Nunca ( ) Às Vezes ( ) Geralmente ( ) Sempre